Vertentes e Desafios da Segurança

2016-08-29

Vertentes e Desafios da Segurança irá realizar-se em Leiria, nas instalações da ESTG/ESS (junto ao LeiriaShoping), nos dias 27, 28 e 29 de Outubro de 2016.

O VDS é realizado numa ótica técnica e científica, pelo que é essencialmente destinado a Técnicos ou Engenheiros de Segurança no Trabalho, alunos e docentes na área da SST.

É um congresso na área da Segurança e Saúde no Trabalho, com ações de formação incluídas.

Todos os três dias do VDS 2016 podem ser considerados como formação, pelo que, para além dos conhecimentos transmitidos, contribuem para o cumprimento da obrigatoriedade legal em matéria de formação profissional.

Para os associados da ACIFF, a inscrição completa tem o valor de 40,00 euros e proporciona as seguintes condições:
- participação em dois minicursos de 4 horas cada, no dia 27, com os respetivos diplomas de presença, almoço e dois lanches incluídos;
- participação nas conferências do dia 28, com o respetivo diploma de presença, dois lanches e Livro do VDS (contendo os textos dos artigos aprovados e das apresentações dos palestrantes convidados);
- participação em dois minicursos de 4 horas cada, no dia 29, com os respetivos diplomas de presença, almoço e dois lanches incluídos.
- pasta com materiais, informação, fita com bolsa e cartão nominal de acesso.
A inscrição completa para dois dias, um dos quais obrigatoriamente terá de ser o dia 28, tem o valor de 25 euros, para os associados da ACIFF.

As inscrições deverão ser efetuadas através do link https://goo.gl/yNdzKl , indicando a condição de Associado ACIFF, até ao dia 17 de Outubro, para poderem usufruir dos preços indicados. Após esta data, sofrerão um agravamento de 50%.
O pagamento das inscrições deve ser efetuado no prazo de quinze dias a contar da data em que cada pessoa inscrita receba a mensagem de correio com os dados referentes ao pagamento.

Programa Clique Aqui

Esclarecimentos adicionais deverão ser solicitados através do endereço vdseg@vdseg.pt.

Saldos, Promoções e Liquidações

2016-07-07

Relembramos que com a entrada em vigor a 1 de Março de 2015 das alterações à 'Lei dos Saldos, Promoções e Liquidações', introduzidas pelo Decreto-Lei nº 10/2015, de 16 de janeiro relembramos que:

*A venda em saldos pode realizar-se em quaisquer períodos do ano, desde que não ultrapassem, no seu conjunto, a duração de 4 meses por ano.

*Os produtos à venda em saldo podem ter sido objeto, no decurso do mês anterior ao inicio do período de redução, de qualquer oferta de venda com redução de preço, promoção ou condições mais vantajosas.

Sempre que o comerciante pretenda realizar vendas em saldo ou em liquidação, a efetuar em estabelecimento físico ou através de comércio on-line deve comunicar previamente à ASAE - Autoridade de Segurança Alimentar e Económica com a antecedência de 5 dias úteis e 15 dias, respetivamente.

Para o efeito poderá preencher a Declaração de Comunicação Online, enviar por email (correio.asae@asae.pt), por fax ou por via postal para

Autoridade de Segurança Alimentar e Económica
Rua Rodrigo da Fonseca, nº 73
1269-274 Lisboa
Fax: 217 983 654

Só são permitidas as seguintes modalidade de venda com redução de preço: 'Saldos', 'Promoções' e 'Liquidação'.

É proibida a utilização de expressões similares para anunciar vendas com redução.
Esta infração é punível com coimas que podem ir de € 250 a € 3.700 no caso de pessoa singular, e de 2.500 a 30.000 euros se for pessoa coletiva.

Reposição do Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) a 13% na Restauração

2016-07-07

A ACIFF promoveu no passado dia 30 de Junho uma sessão de esclarecimento sobre a Reposição do Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) a 13% na Restauração.

A partir de 1 de Julho, a taxa de IVA de todos os serviços de alimentação e parte dos serviços de bebidas, regressou à taxa intermédia.

A ACIFF contou nesta sessão com a colaboração de formadores da Autoridade Tributária, que clarificaram os presentes sobre estas novas regras da aplicação da taxa do IVA diferenciado na faturação.


QIPME 2020

2016-07-04

A ACIFF candidatou-se a um Sistema de Incentivos do Portugal 2020, no âmbito dos Projetos Conjuntos para Formação-Ação, que apoiará a fundo perdido a intervenção nas Pequenas e Médias Empresas (PME).

Programa: QIpme 2020

Objetivo: intensificar a formação dos empresários e gestores, bem como dos trabalhadores das empresas nas temáticas associadas à inovação e mudança organizacional.

Formação-Ação: Intervenção com aprendizagem em contexto organizacional, que mobiliza e internaliza competências com vista à persecução de resultados assentes numa estratégia de mudança empresarial.

Metodologia: Alternância das vertentes Formação (40% do total de horas) e Consultoria (on the job) (60% do total de horas), permitindo atuar ao nível dos formandos, desenvolvendo competências nas diferentes áreas de gestão e ao nível da empresa, procurando aumentar a produtividade, a capacidade competitiva e a introdução de processos de mudança/ inovação nas empresas.

Modelo de Intervenção:
a. Diagnóstico e Definição do Plano de Ação;
b. Implementação e Acompanhamento do Plano de Ação;
c. Avaliação de Resultados/ Melhorias Implementadas.

Beneficiários: PMEs até 100 trabalhadores

Apoio: 90% das despesas elegíveis

Comparticipação Privada: 10% das despesas elegíveis

Áreas Temáticas a abranger (a PME deve escolher apenas uma destas áreas para ser intervencionada)

1.Organização e Gestão
- Introdução de novos métodos ou novas filosofias de organização do trabalho
- Reforço das capacidades de gestão
- Estudos e projetos
- Redesenho e melhoria de layout
- Ações de Benchmarking
- Diagnóstico e Planeamento
- Melhoria das capacidades de desenvolvimento e distribuição de produtos, processos e serviços

2.Implementação de Sistemas de Gestão (Qualidade, Ambiente, SST, Inovação e Outros)
- Implementação de sistemas de gestão da qualidade ou de outros sistemas de gestão não incluídos nas demais temáticas, com vista à sua certificação (sistema português de qualidade ou sistemas internacionais de certificação)

3.Internacionalização
- Conhecimento de mercados externos
- Criação, desenvolvimento e promoção internacional de marcas
- Prospeção e presença em mercados internacionais
- Marketing internacional
- Nova Organização das práticas comerciais
- Novos métodos de relacionamento externo
- Certificações específicas para os mercados externos

4.Economia Digital
- Desenvolvimento de redes modernas de distribuição e colocação de bens e serviços no mercado
- Criação e/ ou adequação dos modelos de negócios com vista à inserção da PME na economia digital
- Presença na Web
- Introdução de sistemas de informação aplicados a novos métodos de distribuição e logística

5.Racionalização/ Eficiência Energética
- Incorporação dos princípios de eco-eficiência e da economia circular
- Certificações de sistemas
- Serviços e produtos na área do ambiente
- Obtenção do Rótulo Ecológico
- Sistema de ecogestão e auditoria (EMAS)

6.Gestão Estratégica e Operacional (Formação para Empresários).
- Capacitar os empresários em novos modelos de negócio e competências de apoio à gestão e à inovação aberta que estimulem parcerias e a cooperação empresarial.

Duração da intervenção e formandos:

-Micro empresas – 75h formação interempresas – 100h consultoria – envolvendo 2 trabalhadores em formação e consultoria

-Pequena empresa – 100h de formação Interempresas (intraempresa, devidamente justificado)- 100h consultoria – 3 trabalhadores em formação e em consultoria

-Média empresa – 150h intraempresas de formação – 125h consultoria- 3 a 8 trabalhadores em formação e desses 3 em consultoria

-Empresários (área temática 6) – 75h formação – 50h consultoria – 1 trabalhador em formação e consultoria

Inscrições e informações através do email formacao@aciff.pt

Informação sobre Alergénios

2016-06-30

O Regulamento nº 1169/2011, de 25 de outubro, relativo à prestação de informação aos consumidores, estabelece a obrigatoriedade de informar os consumidores sobre a possível presença de alergénios nos géneros alimentícios. Com entrada em vigor a 13 de dezembro de 2014, os alergénios têm que ser identificados em todos os produtos alimentares pré-embalados e não pré-embalados destinados ao consumidor final.

As substâncias ou produtos que provocam alergias ou intolerâncias, enumeradas no referido regulamento, são:

1. Cereais que contêm glúten (nomeadamente trigo, centeio, cevada, aveia, espelta, Kamut ou as suas estirpes hibridizadas) e produtos à base destes cereais, excetuando:
a) Xaropes de glicose, incluindo dextrose, à base de trigo (1);
b) Maltodextrinas à base de trigo (1);
c) Xaropes de glicose à base de cevada;
d) Cereais utilizados na confeção de destilados alcoólico, incluindo álcool etílico de origem agrícola.
2. Crustáceos e produtos à base de crustáceos.
3. Ovos e produtos à base de ovos.
4. Peixes e produtos à base de peixe, excetuando:
a) Gelatina de peixe usada como agente de transporte de vitaminas ou de carotenoides;
b) Gelatina de peixe ou ictiocola usada como clarificante da cerveja e do vinho.
5. Amendoins e produtos à base de amendoins.
6. Soja e produtos à base de soja, excetuando:
a) Óleo e gordura de soja totalmente refinados (1);
b) Tocoferóis mistos naturais (E 306), D-alfa-tocoferol natural, acetato de D-alfa-tocoferol natural, sucinato de D-alfa-tocoferol natural derivados de soja;
c) Filoesteróis e ésteres de fitoesterol derivados de óleos vegetais produzidos a partir de soja;
d) Éster de estanol vegetal produzido a partir de esteróis de óleo vegetal de soja;
7. Leite e produtos à base de leite (incluindo lactose), excetuando:
a) Lactossoro utilizado na confeção de destilados alcoólicos, incluindo álcool etílico de origem agrícola:
b) Lactitol.
8. Frutos de casca rija, nomeadamente, amêndoas (Amygdalus communis I..), avelãs ((Corylus avellana), nozes (Juglans regia), castanhas de caju (Anacardium occidentale), nozes pécan {Carya illinoensis (Wangenh) K. Koch}, castanhas do Brasil (Bertholletia excelsa), pistáchios (Pistacia vera), nozes de macadâmia ou do Queensland (Macadamia ternifólia) e produtos à base destes frutos, com exceção de frutos de casca rija utilizados na confeção de destilados alcoólicos, incluindo álcool etílico de origem agrícola;
9. Aipo e produtos à base de aipo;
10. Mostarda e produtos à base de mostarda;
11. Sementes de sésamo e produtos à base de sementes de sésamo;
12. Dióxido de enxofre e sulfitos em concentrações superiores a 10 mg/kg ou 10 mg/l em termos de SO2 total que deve ser calculado para os produtos propostos como prontos para consumo ou como reconstituídos, de acordo com as instruções dos fabricantes;
13. Tremoço e produtos à base de tremoço.
14. Moluscos e produtos à base de moluscos.

O nome da substância ou do produto a constar na lista de ingredientes deverá ser realçado através duma grafia que a distinga claramente da restante lista de ingredientes, por exemplo, através de carateres, do estilo ou da cor de fundo.

Performance e Produtividade - Atletas Corporativos

2016-06-28

7 de Julho| 14h30 às 17h30

Centro de Artes e Espetáculos - Figueira da Foz

Numa época de pressão constante nos resultados, que implica uma exigência cada vez maior das organizações, a PERFORMANCE passou a ser, não um tema, mas o TEMA.

Quando analisamos aqueles que são os fatores críticos do desempenho naquilo que designamos por Recuperação, Reposição de Energia e Reanálise.

E isto aplica-se tanto aos atletas de alto rendimento, como aos atletas corporativos da sociedade em que vivemos, sujeitos à mesma pressão de resultados mas, quase nunca, preocupados com a componente fisiológica do seu desempenho.

PROGRAMA
Performance e Produtividade
- O que condiciona o quê?
- O que é ser performante/ produtivo?
Recuperação
- Os ciclos de fadiga e recuperação
- Impacto da fadiga na performance
- Impacto da fadiga na saúde
- Técnicas de recuperação

RECOVERY BREAK

Reposição de Energia
- Impacto da fadiga na decisão
- Refuel: o papel da alimentação
- Alimentos e atividade cognitiva
Re-análise
- Competências comportamentais. Factos e mitos.
- Stress
- Motivação: Motivador e Motivado
- Orgulho de pertença
Interação

Participação Gratuita mas sujeita a inscrição em Clique Aqui