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Ultimas vagas para QIPME 2020

2017-05-02

A ACIFF irá dar inicio ao projeto de consultoria e formação QIPME 2020, no próximo dia 18 de maio, pelas 17h00, no auditório da Incubadora de Empresas.

Para o desenvolvimento deste projeto foi aprovado um orçamento de 227.403,82 euros, sendo que a participação das empresas será financiada em 90%.

O projeto de consultoria e formação permite a participação de 18 empresas e 12 empresários, com o estatuto de PME, com vista ao aumento das capacidades competitiva e de gestão.

Participação de Empresas
O projeto permitirá às 18 empresas o reforço da competitividade e da capacidade de resposta no mercado global, através da sua qualificação, mediante a implementação de algumas medidas de melhoria, nomeadamente, a introdução de novos métodos ou novas filosofias de organização do trabalho, reforço das capacidades de gestão, estudos e projetos, redesenho e melhoria de layout, ações de benchmarking, diagnóstico e planeamento, melhoria das capacidades de desenvolvimento e distribuição de produtos processos e serviços.

As medidas de melhoria serão trabalhadas com o apoio de consultores e formadores especializados, devidamente credenciados, com experiência comprovada em projetos anteriores, com o envolvimento dos empresários ou gestores. No final da intervenção, pretende-se que as empresas tenham implementado novos métodos organizacionais na prática do negócio ou na organização do local de trabalho, apostando na inovação organizacional.

Participação de Empresários
Os 12 empresários beneficiarão de um curso de 75 horas de Formação em Gestão Estratégica e Operacional, com vista à capacitação em novos modelos de negócio e competências de apoio à gestão. Incidirá em áreas chave para a modernização dos estilos de liderança e de gestão, de inovação e de cooperação empresarial e será complementada com 50 horas de apoio de consultoria. No final da intervenção, espera-se a melhoria visível dos seus negócios em função de uma aplicação prática de métodos de gestão adequados ao contexto global.

A ACIFF ainda dispõe de vagas pelo que empresários e empresas interessados em participar devem contactar os serviços, através do telefone n.º 233.401.320 ou do email formacao@aciff.pt.

Noticias Relacionadas

Reposição do Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) a 13% na Restauração

2016-07-07

A ACIFF promoveu no passado dia 30 de Junho uma sessão de esclarecimento sobre a Reposição do Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) a 13% na Restauração.

A partir de 1 de Julho, a taxa de IVA de todos os serviços de alimentação e parte dos serviços de bebidas, regressou à taxa intermédia.

A ACIFF contou nesta sessão com a colaboração de formadores da Autoridade Tributária, que clarificaram os presentes sobre estas novas regras da aplicação da taxa do IVA diferenciado na faturação.


Performance e Produtividade - Atletas Corporativos

2016-06-28

7 de Julho| 14h30 às 17h30

Centro de Artes e Espetáculos - Figueira da Foz

Numa época de pressão constante nos resultados, que implica uma exigência cada vez maior das organizações, a PERFORMANCE passou a ser, não um tema, mas o TEMA.

Quando analisamos aqueles que são os fatores críticos do desempenho naquilo que designamos por Recuperação, Reposição de Energia e Reanálise.

E isto aplica-se tanto aos atletas de alto rendimento, como aos atletas corporativos da sociedade em que vivemos, sujeitos à mesma pressão de resultados mas, quase nunca, preocupados com a componente fisiológica do seu desempenho.

PROGRAMA
Performance e Produtividade
- O que condiciona o quê?
- O que é ser performante/ produtivo?
Recuperação
- Os ciclos de fadiga e recuperação
- Impacto da fadiga na performance
- Impacto da fadiga na saúde
- Técnicas de recuperação

RECOVERY BREAK

Reposição de Energia
- Impacto da fadiga na decisão
- Refuel: o papel da alimentação
- Alimentos e atividade cognitiva
Re-análise
- Competências comportamentais. Factos e mitos.
- Stress
- Motivação: Motivador e Motivado
- Orgulho de pertença
Interação

Participação Gratuita mas sujeita a inscrição em Clique Aqui




Alterações à Lei do Tabaco

2016-01-04

A partir de 1 de Janeiro de 2016 entram em vigor as novas regras da Lei do Tabaco de acordo com a Lei n.º 109/2015 de 26 de Agosto.
 
O que vai mudar???
- A Lei prevê uma proibição geral de fumar em todos os espaços públicos fechados incluindo os casinos, recintos de diversão, salas de jogo, bingo e outros locais destinados a espetáculos de natureza artística.
No entanto continua a ser permitido a existência de áreas de fumadores em restaurantes, bares, discotecas e pavilhões desportivos, desde que cumpram as exigências previstas na Lei: estarem devidamente sinalizadas com a afixação do dístico, terem a indicação da lotação máxima e dispor de sistemas de ventilação especiais. O acesso a áreas de fumadores é reservado a maiores de 18 anos.
Tendo em conta os investimentos em sistemas de ventilação, a proibição geral de fumar em espaços públicos fechados só entra em vigor plenamente a partir do ano de 2020.

- Os maços de tabaco terão imagens de saúde chocantes, para desincentivar o consumo, terão também frases de alerta para os malefícios do tabaco. Os maços com a rotulagem atual podem ser comercializados até Maio de 2017, desde que tenham sido importados até 20.05.2016, sem prejuízo das regras de validade da estampilha especial prevista na Portaria n.º 1295/2007.

- Os cigarros eletrónicos que contêm nicotina passam a ser abrangidos pela lei e por isso também são proibidos nos espaços públicos fechados.

- Os aromas nos cigarros vão ser proibidos, bem como a utilização de termos como “light” e “slim”. Está previsto na Lei um período transitório  (até 20 de Maio de 2020)  para produtos cujo volume de vendas da União Europeia seja superior a 3%, como é o caso do mentol, por exemplo.

- Ajuda para deixar de fumar - A nova lei prevê ainda a criação de consultas de apoio intensivo à cessação tabágica em todos os agrupamentos de centros de saúde e hospitais do Serviço Nacional de Saúde.

- Alteração do dístico de “proibição de venda de produtos de tabaco, de produtos à base de plantas para fumar e de cigarros eletrónicos” – disponibilizado pela ACIFF aos seus Associados e clientes.
 
Estampilha Tabaco para 2016
De acordo com o Despacho nº 7910/2015, de 17 de julho, a cor de fundo da estampilha do tabaco para o ano de 2016 será vermelha. Nos termos da Portaria n.º 1295/2007, de 1 de Outubro, os produtos com estampilha do ano anterior só podem ser comercializados e vendidos ao público até às seguintes datas,

a) Maços de cigarros - até ao final do 3º mês do ano seguinte ao que corresponde a estampilha aposta, ou seja, até 31 de março;

b) Tabaco de corte fino destinado a tabaco de enrolar e restantes tabacos de fumar – até ao final do ano seguinte ao que corresponde a estampilha aposta.

Cheque-formação financia trabalhadores e desempregados

2015-12-31

Entrou já em vigor no passado dia 4 de agosto o diploma que consagra o chamado cheque-formação. Trata-se de uma medida destinada a contribuir para a melhoria da produtividade e competitividade das empresas, através do reforço da qualificação profissional dos seus trabalhadores, em especial dos menos qualificados; potenciar a procura de formação por parte dos ativos empregados e dos desempregados; corresponsabilizar as entidades empregadoras, os ativos empregados e os desempregados na procura de respostas de formação que promovam a melhoria dos desempenhos profissionais.
Este cheque não será atribuído quando a ação de formação alvo do apoio já seja objeto de cofinanciamento público. Por outro lado, também não pode ser utilizado pelos beneficiários para concretizar a realização de formação exigida no âmbito de outros apoios públicos atribuídos, nomeadamente, pela Medida Estímulo Emprego.
Beneficiam diretamente da formação apoiada por esta medida:
- ativos empregados, independentemente do nível de qualificação, cujas candidaturas são apresentadas pelos próprios ou por entidades empregadoras;
- desempregados inscritos no IEFP, I.P., detentores de nível 3 a 6 de qualificação, há, pelo menos, 90 dias consecutivos.
 
O apoio a atribuir, por trabalhador, considera o limite de 50 horas no período de dois anos, um valor hora limite de €4, num montante máximo de €175, sendo que o financiamento máximo é de 90% do valor total da ação de formação, comprovadamente pago.
As entidades empregadoras candidatas são pessoas coletivas ou singulares de direito privado, com ou sem fins lucrativos, que reúnam à data da candidatura, cumulativamente, os seguintes requisitos:
- estejam regularmente constituídas e registadas;
- comprovem ter a situação contributiva regularizada perante a administração tributária e a segurança social;
- preencham os requisitos legais exigidos para o exercício da atividade ou apresentem comprovativo de ter iniciado o processo aplicável;
- não se encontrem em situação de incumprimento, no que respeita a apoios financeiros concedidos pelo IEFP, I.P.;
- disponham de contabilidade organizada;
- não tenham sido condenadas em processo-crime, com sentença transitada em julgado, por factos que envolvam disponibilidades dos fundos estruturais;
- não apresentem situações respeitantes a salários em atraso;
- não tenham sido condenadas em processo-crime ou contraordenacional por violação, praticada com dolo ou negligência grosseira, de legislação de trabalho sobre discriminação no trabalho e emprego, nos últimos dois anos, salvo se, da sanção aplicada no âmbito desse processo resultar prazo superior, caso em que se aplica este último.
 
No entanto, podem candidatar-se aos apoios agora previstos as empresas que iniciaram processo especial de revitalização, previsto no Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas (CIRE), devendo entregar ao IEFP, I.P., cópia certificada da decisão do juiz competente que nomeia administrador judicial provisório.
Podem também candidatar -se aos apoios da presente medida as empresas que iniciaram o processo no Sistema de Recuperação de Empresas por Via Extrajudicial, devendo entregar ao IEFP, I.P., cópia certificada do despacho de aceitação do requerimento que solicita o referido processo.
 
Quanto aos desempregados, os beneficiários que frequentem percursos de formação, com uma duração máxima de 150 horas no período de dois anos, têm direito a um apoio financeiro correspondente ao valor total da ação de formação até ao montante de €500, comprovadamente pago. Acresce a este montante a bolsa de formação, subsídio de refeição e despesas de transporte, desde que a entidade formadora não atribua os referidos apoios.
Será celebrado contrato relativo aos apoios concedidos entre o IEFP, I.P., e as entidades ou sujeitos que titulam a candidatura.
Os beneficiários da medida, ou a entidade empregadora quando candidata, devem, após o termo da formação, no período máximo de 2 meses, apresentar os comprovativos da sua frequência e conclusão, junto dos Serviços do IEFP, I.P., responsáveis pela aprovação da candidatura.
O incumprimento por parte das entidades empregadoras das obrigações relativas à atribuição dos apoios financeiros concedidos implica a imediata restituição total ou parcial do montante recebido por trabalhador, sem prejuízo do exercício do direito de queixa por eventuais indícios da prática do crime de fraude na obtenção de subsídio de natureza pública.
Por outro lado, a entidade empregadora deve restituir proporcionalmente o apoio financeiro recebido quando se verifique a impossibilidade superveniente, absoluta e definitiva, de o trabalhador abrangido poder frequentar a formação ou de a entidade empregadora a poder proporcionar.
O incumprimento por parte dos ativos empregados ou dos desempregados das obrigações relativas à atribuição dos apoios financeiros concedidos implica a imediata restituição total do montante recebido, sem prejuízo do exercício do direito de queixa por eventuais indícios da prática do crime de fraude na obtenção de subsídio de natureza pública.
A restituição deve ser efetuada no prazo de 60 dias consecutivos, contados a partir da notificação recebida do IEFP, sob pena de pagamento de juros de mora à taxa legal em vigor.
Se esta restituição não for feita, as entidades ou os beneficiários ficam impossibilitados de se candidatarem no ano subsequente a iniciativas e medidas promovidas pelo IEFP, I.P.
 
Organização e desenvolvimento da formação profissional
A formação profissional a desenvolver tem de ser ministrada por uma entidade formadora certificada. Quando necessário, pode ser precedida pelo desenvolvimento de um processo de reconhecimento, validação e certificação de competências (RVCC) dual ou profissional, e observar o definido no Plano Pessoal de Qualificação dos beneficiários, bem como, no caso das pessoas desempregadas, em articulação com o seu Plano Pessoal de Emprego.
Os percursos de formação devem ser orientados para a aquisição de competências relevantes para a melhoria dos desempenhos individuais e para o aumento da produtividade do fator trabalho e, no caso dos desempregados, ajustados às necessidades do mercado de trabalho, promovendo as condições de empregabilidade e a obtenção de uma qualificação.
A formação deve, preferencialmente, basear -se em unidades de formação de curta duração (UFCD) que integram os referenciais de formação dos níveis 2 ou 4 constantes do Catálogo Nacional de Qualificações (CNQ).
Nas situações em que as necessidades específicas dos beneficiários não encontrem resposta naquele instrumento estratégico das qualificações, a formação pode assentar em percursos formativos extra CNQ, desde que devidamente fundamentadas e que se revelem de interesse para potenciar a empregabilidade ou a (re)qualificação.
Os percursos formativos a frequentar devem integrar UFCD de um único referencial de formação ou UFCD de mais do que um referencial, desde que integrados na mesma área de educação e formação.
A formação que enquadre os desempregados ou os ativos empregados que apresentem a sua própria candidatura, deve privilegiar as áreas de formação definidas anualmente pelo IEFP, I.P., em sede de Conselho de Administração, em função das dinâmicas do mercado de emprego.
O diploma estabelece que os desempregados durante o período de frequência da formação mantêm o dever da procura ativa de emprego.
A conclusão das ações de formação dá lugar:
- à emissão, através Sistema de Informação e Gestão da Oferta Educativa e Formativa (SIGO), de um certificado de qualificações ou de um certificado de formação profissional, consoante se trate, respetivamente, de formação com base em UFCD do CNQ ou de formação não disponível no CNQ;
- ao registo na caderneta individual de competências, através do SIGO.
 
Referências
Portaria n.º 229/2015, de 3 de agosto
Lei n.º 7/2009, de 12 de fevereiro, artigos 130.º a 134.º 
Portaria n.º 60-A/2015, de 2 de março
Portaria n.º 149-A/2014, de 24 de julho

Fonte: www.millenniumbcp.pt