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Formação financiada a 90%

2017-07-10

A ACIFF está a desenvolver dois projetos com recurso à metodologia de formação-ação para PME´s da sua área de atuação - QIpme2020 e Dinamizar

O financiamento é a fundo perdido até 90% dos custos de participação, sendo as ações de formação-ação desenvolvidas desde junho 2017 até dezembro de 2018, na área temática de Organização e Gestão.

O objetivo geral é qualificar e reforçar a competitividade e capacidade de resposta no mercado global das PME´s.

A participação nestes projetos permite uma análise e diagnóstico à empresa, possibilitando a elaboração de um plano de ação com o objetivo de melhorar os resultados da empresa e reforçar as competências de gestão dos empresários e dos recursos humanos.

Será possível optar por dois tipos de intervenção:

INTERVENÇÃO NA EMPRESA:
Consultoria Formativa e Formação em sala que permitirá:
- introdução de novos métodos ou novas filosofias de organização do trabalho
- reforço das capacidades de gestão
- gestão financeira/ organização contabilística/ procedimentos de cobrança
- estudos e projetos
- redesenho e melhoria de layout
- ações de benchmarking
- melhoria das capacidades de desenvolvimento e distribuição de produtos, processos e serviços
- ações de melhoria do clima organizacional
- implementação de planos de comunicação e promoção comercial dos negócios

FORMAÇÃO PARA EMPRESÁRIOS em GESTÃO ESTRATÉGICA E OPERACIONAL:
- com o objetivo de capacitar os empresários em novos modelos de negócio e competências de apoio à gestão e à inovação aberta que estimulem parcerias e a cooperação empresarial.
- 75 horas de formação em sala e 50 horas de consultoria na empresa
- destinado a um grupo de 12 empresários

Mais informações através do email: formacao@aciff.pt

Noticias Relacionadas

Vale Incubação - Abertura de Candidaturas

2016-10-14

Esta medida pretende conceder apoios a projetos simplificados de empresas com menos de 1 ano na área do empreendedorismo através da contratação de serviços de incubação prestados por incubadoras de empresas previamente acreditadas.

O vale de incubação tem um limite máximo de 5.000 euros por empresa (incentivo não reembolsável de 75%) e permite às empresas que estão a começar instalarem-se nos centros de incubação, acesso a um conjunto de serviços de apoio.

São beneficiários desta medida as PME’s de qualquer natureza e sob qualquer forma jurídica, desde que tenha sido criada à menos de 1 ano.

A apresentação de candidaturas pode ser efetuada até 30 de dezembro de 2016 (19 horas).

Os beneficiários não podem ter projetos aprovados nas prioridades de investimento referentes à área de Inovação produtiva PME.

São suscetíveis de apoio os projetos de aquisição de serviços de incubação na área do empreendedorismo, imprescindíveis ao arranque das empresas, nomeadamente:

- Serviços de Gestão (Apoio na definição/consolidação do modelo de negócios; Acompanhamento na gestão operacional do negócio (incluindo gestão comercial, planeamento financeiro e controlo de gestão) e Tutoria e capacitação na gestão);
- Serviços de Marketing (Apoio na estruturação da estratégia de comunicação/marketing; Apoio na divulgação da atividade, produtos e serviços; Apoio na estruturação/consolidação do processo de internacionalização);
- Serviços de Assessoria Jurídica (Assessoria e apoio jurídico);
- Desenvolvimento de produtos e serviços (Apoio à digitalização de processos de negócios; Apoio à proteção/valorização de direitos de propriedade intelectual);
- Serviços de Financiamento (Apoio a candidaturas a concursos de empreendedorismo e inovação; Apoio no contacto com investidores e entidades financeiras).

Para mais informações contacte os serviços:
IEFF - Incubadora de Empresas da Figueira da Foz
Parque Industrial e Empresarial da Figueira da Foz, Rua das Acácias n.º 40 – A
3090-380 Figueira da Foz
Tel: 233 407 030
Email:geral@ieff.pt

Boas-Práticas para candidaturas a incentivos

2016-09-07

O IAPMEI, Agência para a Competitividade e Inovação, lançou um mini-manual de boas práticas para as candidaturas a incentivos.

O manual é lançado no âmbito dos Sistemas de Incentivos e foca-se nas boas práticas para a apresentação de candidaturas nas áreas da Inovação e Empreendedorismo Qualificado e Criativo.

Nesta pequena publicação do IAPMEI, os interessados poderão perceber o que não pode faltar numa proposta e como desenvolver o plano estratégico.

As boas práticas pretendem funcionar como um apoio no momento de apresentação das candidaturas e procuram alertar os empresários para um conjunto de informações que não podem faltar de modo a potenciar a qualidade do projeto.

Dia do Atendimento Descentralizado

2016-09-06

O IAPMEI - Agência para a Competitividade e Inovação, IP, em parceria com a Câmara Municipal da Figueira da Foz e a Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz realizará no próximo dia 28/09/2016, o Dia do Atendimento Descentralizado.

Esta iniciativa, que decorrerá nas instalações da Incubadora de Empresas da Figueira da Foz (Parque Industrial e Empresarial da Figueira da Foz) pretende fortalecer espaços de proximidade às empresas, através de serviços de informação e aconselhamento personalizados em zonas onde a Agência não dispõe de representação regional.

Nesse dia, uma equipa técnica do IAPMEI vai estar disponível para responder às dúvidas dos empresários e dos empreendedores da região no âmbito da intervenção do IAPMEI. O atendimento será individual, pelo que estará sujeito a marcação e á disponibilidade de vagas.

Agradecemos o preenchimento integral da Ficha de Inscrição, acessível AQUI, para uma mais adequada resposta às questões que pretendam colocar.

Caso necessite de algum esclarecimento sobre esta iniciativa, poderá contactar o Gabinete de Apoio ao Investidor através do email: gai@cm-figfoz.pt ou pelo telefone: 233 403 338

Cheque-formação financia trabalhadores e desempregados

2015-12-31

Entrou já em vigor no passado dia 4 de agosto o diploma que consagra o chamado cheque-formação. Trata-se de uma medida destinada a contribuir para a melhoria da produtividade e competitividade das empresas, através do reforço da qualificação profissional dos seus trabalhadores, em especial dos menos qualificados; potenciar a procura de formação por parte dos ativos empregados e dos desempregados; corresponsabilizar as entidades empregadoras, os ativos empregados e os desempregados na procura de respostas de formação que promovam a melhoria dos desempenhos profissionais.
Este cheque não será atribuído quando a ação de formação alvo do apoio já seja objeto de cofinanciamento público. Por outro lado, também não pode ser utilizado pelos beneficiários para concretizar a realização de formação exigida no âmbito de outros apoios públicos atribuídos, nomeadamente, pela Medida Estímulo Emprego.
Beneficiam diretamente da formação apoiada por esta medida:
- ativos empregados, independentemente do nível de qualificação, cujas candidaturas são apresentadas pelos próprios ou por entidades empregadoras;
- desempregados inscritos no IEFP, I.P., detentores de nível 3 a 6 de qualificação, há, pelo menos, 90 dias consecutivos.
 
O apoio a atribuir, por trabalhador, considera o limite de 50 horas no período de dois anos, um valor hora limite de €4, num montante máximo de €175, sendo que o financiamento máximo é de 90% do valor total da ação de formação, comprovadamente pago.
As entidades empregadoras candidatas são pessoas coletivas ou singulares de direito privado, com ou sem fins lucrativos, que reúnam à data da candidatura, cumulativamente, os seguintes requisitos:
- estejam regularmente constituídas e registadas;
- comprovem ter a situação contributiva regularizada perante a administração tributária e a segurança social;
- preencham os requisitos legais exigidos para o exercício da atividade ou apresentem comprovativo de ter iniciado o processo aplicável;
- não se encontrem em situação de incumprimento, no que respeita a apoios financeiros concedidos pelo IEFP, I.P.;
- disponham de contabilidade organizada;
- não tenham sido condenadas em processo-crime, com sentença transitada em julgado, por factos que envolvam disponibilidades dos fundos estruturais;
- não apresentem situações respeitantes a salários em atraso;
- não tenham sido condenadas em processo-crime ou contraordenacional por violação, praticada com dolo ou negligência grosseira, de legislação de trabalho sobre discriminação no trabalho e emprego, nos últimos dois anos, salvo se, da sanção aplicada no âmbito desse processo resultar prazo superior, caso em que se aplica este último.
 
No entanto, podem candidatar-se aos apoios agora previstos as empresas que iniciaram processo especial de revitalização, previsto no Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas (CIRE), devendo entregar ao IEFP, I.P., cópia certificada da decisão do juiz competente que nomeia administrador judicial provisório.
Podem também candidatar -se aos apoios da presente medida as empresas que iniciaram o processo no Sistema de Recuperação de Empresas por Via Extrajudicial, devendo entregar ao IEFP, I.P., cópia certificada do despacho de aceitação do requerimento que solicita o referido processo.
 
Quanto aos desempregados, os beneficiários que frequentem percursos de formação, com uma duração máxima de 150 horas no período de dois anos, têm direito a um apoio financeiro correspondente ao valor total da ação de formação até ao montante de €500, comprovadamente pago. Acresce a este montante a bolsa de formação, subsídio de refeição e despesas de transporte, desde que a entidade formadora não atribua os referidos apoios.
Será celebrado contrato relativo aos apoios concedidos entre o IEFP, I.P., e as entidades ou sujeitos que titulam a candidatura.
Os beneficiários da medida, ou a entidade empregadora quando candidata, devem, após o termo da formação, no período máximo de 2 meses, apresentar os comprovativos da sua frequência e conclusão, junto dos Serviços do IEFP, I.P., responsáveis pela aprovação da candidatura.
O incumprimento por parte das entidades empregadoras das obrigações relativas à atribuição dos apoios financeiros concedidos implica a imediata restituição total ou parcial do montante recebido por trabalhador, sem prejuízo do exercício do direito de queixa por eventuais indícios da prática do crime de fraude na obtenção de subsídio de natureza pública.
Por outro lado, a entidade empregadora deve restituir proporcionalmente o apoio financeiro recebido quando se verifique a impossibilidade superveniente, absoluta e definitiva, de o trabalhador abrangido poder frequentar a formação ou de a entidade empregadora a poder proporcionar.
O incumprimento por parte dos ativos empregados ou dos desempregados das obrigações relativas à atribuição dos apoios financeiros concedidos implica a imediata restituição total do montante recebido, sem prejuízo do exercício do direito de queixa por eventuais indícios da prática do crime de fraude na obtenção de subsídio de natureza pública.
A restituição deve ser efetuada no prazo de 60 dias consecutivos, contados a partir da notificação recebida do IEFP, sob pena de pagamento de juros de mora à taxa legal em vigor.
Se esta restituição não for feita, as entidades ou os beneficiários ficam impossibilitados de se candidatarem no ano subsequente a iniciativas e medidas promovidas pelo IEFP, I.P.
 
Organização e desenvolvimento da formação profissional
A formação profissional a desenvolver tem de ser ministrada por uma entidade formadora certificada. Quando necessário, pode ser precedida pelo desenvolvimento de um processo de reconhecimento, validação e certificação de competências (RVCC) dual ou profissional, e observar o definido no Plano Pessoal de Qualificação dos beneficiários, bem como, no caso das pessoas desempregadas, em articulação com o seu Plano Pessoal de Emprego.
Os percursos de formação devem ser orientados para a aquisição de competências relevantes para a melhoria dos desempenhos individuais e para o aumento da produtividade do fator trabalho e, no caso dos desempregados, ajustados às necessidades do mercado de trabalho, promovendo as condições de empregabilidade e a obtenção de uma qualificação.
A formação deve, preferencialmente, basear -se em unidades de formação de curta duração (UFCD) que integram os referenciais de formação dos níveis 2 ou 4 constantes do Catálogo Nacional de Qualificações (CNQ).
Nas situações em que as necessidades específicas dos beneficiários não encontrem resposta naquele instrumento estratégico das qualificações, a formação pode assentar em percursos formativos extra CNQ, desde que devidamente fundamentadas e que se revelem de interesse para potenciar a empregabilidade ou a (re)qualificação.
Os percursos formativos a frequentar devem integrar UFCD de um único referencial de formação ou UFCD de mais do que um referencial, desde que integrados na mesma área de educação e formação.
A formação que enquadre os desempregados ou os ativos empregados que apresentem a sua própria candidatura, deve privilegiar as áreas de formação definidas anualmente pelo IEFP, I.P., em sede de Conselho de Administração, em função das dinâmicas do mercado de emprego.
O diploma estabelece que os desempregados durante o período de frequência da formação mantêm o dever da procura ativa de emprego.
A conclusão das ações de formação dá lugar:
- à emissão, através Sistema de Informação e Gestão da Oferta Educativa e Formativa (SIGO), de um certificado de qualificações ou de um certificado de formação profissional, consoante se trate, respetivamente, de formação com base em UFCD do CNQ ou de formação não disponível no CNQ;
- ao registo na caderneta individual de competências, através do SIGO.
 
Referências
Portaria n.º 229/2015, de 3 de agosto
Lei n.º 7/2009, de 12 de fevereiro, artigos 130.º a 134.º 
Portaria n.º 60-A/2015, de 2 de março
Portaria n.º 149-A/2014, de 24 de julho

Fonte: www.millenniumbcp.pt