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Passatempo de Montras de Natal já tem vencedores.

2017-12-28

Terminou a 24 de dezembro o passatempo de montras de natal que a ACIFF - Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz, levou a cabo e que contou com a participação de 29 estabelecimentos, essencialmente do centro urbano.

Após a visita do júri aos estabelecimentos aderentes e decorados a preceito, o primeiro lugar foi atribuído à loja Alldresscode, na Rua Académico Zagalo, n.º 20, no Bairro Novo.

Em segundo ficou a Primoptica com estabelecimento na Rua da República, n.º 211.

O terceiro lugar foi atribuído à Casa Tinoco, na Rua Cândido dos Reis, n.º 19.

Esta iniciativa promovida pela ACIFF contou com o apoio do Hotel Rural Quinta da Conchada – Barragem da Aguieira, Colina do Elétrico - Alojamento Local, Restaurante Caçarola 1 e Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz.

A ACIFF agradece a todos os que apoiam esta iniciativa bem como os estabelecimentos que aceitaram o desafio proposto.

Alldresscode - (moda homem e senhora) - Rua Académico Zagalo, 20

Casa da Óptica - (optica) - Av. do Brasil nº186 R/c - Buarcos

Casa Tinoco - (decoração) - Rua Cândido dos Reis, 19

Cassata - (pastelaria, gelataria e Cake design) - Rua Maestro David Sousa, 74

Cosy Little Things - (decoração e souvenires) - Rua Dr. Calado, 38 r/ch

Foz Mania - (moda criança) - Rua da República, 27

Ideias Mirita - (moda senhora) – Centro C. Comercial Complexo
Mondego, R. Dr Francisco A. Diniz, Loja 12

Imoexpansão imobiliária (imobiliária) - Rua da Liberdade, 63

Kouros Sapataria - (sapataria) - Rua Republica, 278

Loja da Tânia - (moda homem e senhora) - Rua Afonso de Albuquerque, 2

Lojas Foto Braga - (fotografia) - Rua da República, 133 - R/ch
Lojas Foto Braga - (fotografia) - Rua Maestro David Sousa, 64
Lojas Foto Braga - (fotografia) -Largo Maria Jarra, 16 - Buarcos

Milano - (moda e acessórios senhora) - Rua Bernardo Lopes, 121

Miúdos Giros - (moda criança) - Rua da Republica, 252

Moveis Larbelo - (moveis e decoração) - Rua Miguel Bombarda, 46

My Size (moda senhora) - Rua Liberdade, 27

Óptica Morais - (optica) - Praça 8 Maio, 11

Ourivesaria Exata - (ourivesaria) - Rua da República, 136

Passerelle - (moda senhora) - Rua da República, 135

Pirikos Cake Design - (decoração e festas) - Rua Cândido dos Reis, 5

POP - Produtos Originais Portugueses - (produtos tipicos) - Mercado Municipal Engº Silva, loja 17, Passeio Infante D. Henrique

Primoptica - (optica) - Rua da República, n.º 211

Primoptica Marina - (optica, relojoaria e ourivesaria) - Rua 5 de Outubro, n.º 4

Red Oak - (moda senhora e acessórios) - Rua Cândido dos Reis, n-º 83

Rótulos & Expressões - (garrafeira e gourmet) - Rua da República,71

Sapatarias Quaresma - (sapataria) - Rua 5 de Outubro, 18

Vitórias- (moda homem e senhora) - Av. Saraiva de Carvalho (junto às bombas da BP)

XPTO - (moda homem e senhora) - Rua Cândido dos Reis, 45


Noticias Relacionadas

Livro de Reclamações - alterações

2017-07-10

Foi publicado, a 21 de Junho, o Decreto-Lei nº 74/2017 , que altera o Decreto-Lei nº 156/2005 de 15 de Setembro (com as alterações introduzidas posteriormente), e que consagra o regime jurídico do Livro de Reclamações.

As alterações introduzidas pelo Decreto-Lei nº 74/2017 concretizam uma das medidas do simplex 2016, que é a criação do formato electrónico do livro de reclamações, e de um modo geral, a desmaterialização do processo de reclamação.

Ainda de acordo com o preâmbulo do diploma, as alterações ora introduzidas traduzem-se na disponibilização de uma plataforma digital que permita aos consumidores apresentar reclamações e submeter pedidos de informação de forma desmaterializada, bem como consultar informação estruturada, promovendo-se o tratamento mais célere e eficaz das solicitações e uma maior satisfação daqueles.

É assim instituída a obrigatoriedade de existência e disponibilização do livro de reclamações, nos formatos físico e eletrónico (nº2 do artigo 1º).

No entanto, a implementação do formato electrónico do Livro de Reclamações será faseada, aplicando-se, desde 1 de Julho somente aos prestadores de serviços públicos essenciais- gás natural, electricidade, comunicações electrónicas, serviços postais, água, recolha e tratamento de águas residuais, gestão de resíduos sólidos urbanos.

Numa segunda fase, ou seja, a partir de 01 de Julho de 2018, as disposições relativas ao formato electrónico do livro de reclamações são aplicáveis aos demais prestadores de serviços “após apresentação, pela Direção - Geral do Consumidor, de relatório de avaliação de impacto sobre os resultados de implementação aos prestadores de serviços públicos essenciais”, (nº3 do artigo 9º do decreto-lei nº 74/2017).

Destacam-se algumas das alterações agora introduzidas e que não se cingem à desmaterialização do livro de reclamações:

• O fornecedor de bens ou prestador de serviços é obrigado a possuir o formato eletrónico do livro de reclamações*

• O fornecedor de bens ou prestador de serviços pode enviar por via eletrónica a folha de reclamação e demais elementos à entidade reguladora do setor ou entidade de controlo de mercado competente, devendo manter, por um período de três anos, um arquivo devidamente organizado dos documentos originais e dos comprovativos da respetiva remessa no formato eletrónico, salvo se prazo superior for fixado em legislação especial.(artigo 5 – A).

• Por sua vez o novo artigo 5º B estabelece um conjunto de obrigações do fornecedor de bens e do prestador de serviços relativas ao formato eletrónico do livro de reclamações, designadamente a obrigação do fornecedor de bens ou prestador de serviços de divulgar nos respetivos sítios na Internet, em local visível e de forma destacada, o acesso à Plataforma Digital. Os fornecedores de bens e prestadores de serviços que não disponham de sítios na Internet devem ser titulares de endereço de correio eletrónico para efeitos de receção das reclamações submetidas através da Plataforma Digital.

Estabelece ainda este artigo, que fornecedor de bens ou prestador de serviços deve responder ao consumidor ou utente no prazo máximo de 15 dias úteis a contar da data da reclamação, salvo se for estabelecido prazo inferior em lei especial, para o endereço de correio eletrónico indicado no formulário,informando-o, quando aplicável, sobre as medidas adotadas na sequência da mesma.

• O consumidor ou utente pode formular a reclamação em formato eletrónico através da Plataforma Digital.

• A perda ou extravio do livro de reclamações obriga o fornecedor de bens ou o prestador de serviços a comunicar por escrito esse facto à entidade reguladora do setor ou à entidade de controlo de mercado competente, no prazo máximo de cinco dias úteis (nº2 do artigo 8º).

• A mudança de morada do estabelecimento, a alteração da atividade ou do respetivo CAE, ou a alteração da designação do estabelecimento não obriga à aquisição de um novo livro de reclamações mas o fornecedor de bens ou prestador de serviços deve comunicar eletronicamente, à Imprensa Nacional - Casa da Moeda, S.A., a alteração efetuada, para efeitos de averbamento no livro de reclamações (nºs 4 e 5 do artigo 8º) (a partir de Outubro de 2017).

O diploma em análise procede ainda à identificação dos fornecedores de bens e prestadores de serviços, de forma sistematizada, até agora elencados em anexos diferentes, que se encontram abrangidos pela obrigatoriedade de disponibilização do livro de reclamações.

O diploma é ajustado de forma a assegurar aos consumidores e utentes vulneráveis o pleno exercício do direito de queixa, impondo-se ao fornecedor de bens ou prestador do serviço o dever de auxílio no preenchimento da reclamação;

Deixa de haver um modelo específico para afixar a informação sobre a existência do livro de reclamações, mas continua a ser obrigatório ter visível essa informação.

Informação com base na circular 66/17 emitida pela CCP – Confederação do Comércio e Serviços de Portugal.

ACIFF e MGM-Club com cartão de fidelização

2017-07-10

Os cartões de fidelização podem facultar aos comerciantes e prestadores de serviços informação direta e fidedigna que mais nenhuma outra ferramenta poderá dar.

Se hoje uma das variáveis fundamentais do negócio é o conhecimento do consumidor, o cartão capta toda essa informação, lembrando que uma das grandes tendências do retalho é o “customer centricity”, ou seja, colocar o cliente no centro de tudo.

A ideia dos cartões de fidelização vai de encontro a uma regra básica nos negócios, isto é, manter um cliente é mais fácil do que atrair novos consumidores. Portanto, para não perder clientes, cada vez mais as empresas investem em programas de fidelização.

Nesta Linha, e seguindo as tendências neste capitulo dos programas de fidelidade praticados essencialmente pelas Grandes Superfícies e Gasolineiras nacionais, assente no conceito “DESCONTO EM CARTÃO” a MGM Club oferece uma plataforma “Cartão de Cliente” que a ACIFF considerou ser uma mais valia para os seus associados.

Assim foi estabelecida uma parceria com a MGM – Club detentora desta plataforma e de uma app que permite ao consumidor final acumular saldo nos estabelecimentos aderentes e será neles que o mesmo é descontado.

Ao descarregar a aplicação em www.mgm-club.com fica a conhecer todos as lojas aderentes e as suas vantagens.

Até ao momento os associados aderentes a esta plataforma são:

• Centro Dietético Salutaris

• Centro Multiterapêutico Raio Azul

• Champagne Bar

• Doces de Portugal

• Farmácia Central

• Farmácia Faria

• Farmácia Soares

• Foztropic - loja animais

• Goldenart – Consultoria de Imagem e design de Moda

• Ideias à Medida - atelier de costura e retrosaria

• Katharina Philip – cabeleireiro

• Lota Nova – Carluz Bar

• Marujo Sandwich Bar

• Passerelle – pronto a vestir

• Pentyarte Cabeleireiro

• Restaurante A Cantarinha

• Roupa Nova - pronto a vestir

• Salão Chapéu

• Santiago Bikes

• Volta & Meia – restaurante

• We Phone - Telecomunicações

Mais informações através do email aciff@aciff.pt ou telefone: 233401320.

Formação financiada a 90%

2017-07-10

A ACIFF está a desenvolver dois projetos com recurso à metodologia de formação-ação para PME´s da sua área de atuação - QIpme2020 e Dinamizar

O financiamento é a fundo perdido até 90% dos custos de participação, sendo as ações de formação-ação desenvolvidas desde junho 2017 até dezembro de 2018, na área temática de Organização e Gestão.

O objetivo geral é qualificar e reforçar a competitividade e capacidade de resposta no mercado global das PME´s.

A participação nestes projetos permite uma análise e diagnóstico à empresa, possibilitando a elaboração de um plano de ação com o objetivo de melhorar os resultados da empresa e reforçar as competências de gestão dos empresários e dos recursos humanos.

Será possível optar por dois tipos de intervenção:

INTERVENÇÃO NA EMPRESA:
Consultoria Formativa e Formação em sala que permitirá:
- introdução de novos métodos ou novas filosofias de organização do trabalho
- reforço das capacidades de gestão
- gestão financeira/ organização contabilística/ procedimentos de cobrança
- estudos e projetos
- redesenho e melhoria de layout
- ações de benchmarking
- melhoria das capacidades de desenvolvimento e distribuição de produtos, processos e serviços
- ações de melhoria do clima organizacional
- implementação de planos de comunicação e promoção comercial dos negócios

FORMAÇÃO PARA EMPRESÁRIOS em GESTÃO ESTRATÉGICA E OPERACIONAL:
- com o objetivo de capacitar os empresários em novos modelos de negócio e competências de apoio à gestão e à inovação aberta que estimulem parcerias e a cooperação empresarial.
- 75 horas de formação em sala e 50 horas de consultoria na empresa
- destinado a um grupo de 12 empresários

Mais informações através do email: formacao@aciff.pt

LEI DOS SALDOS, PROMOÇÕES E LIQUIDAÇÕES

2017-06-30

Desde 1 de março de 2015 que entrou em vigor as alterações efetuadas ao Decreto-Lei nº 70/2007, de 26 de março - “Lei dos Saldos, Promoções e Liquidações”-, introduzidas pelo Decreto-Lei nº 10/2015, de 16 de janeiro - Novo Regime Jurídico de Acesso e Exercício de Atividades de Comércio, Serviços e Restauração:
O conceito de saldos foi ajustado, tendo sido suprimidas as referências à venda em “fim de estação” e “realizada em determinados períodos do ano”.

A venda em saldos pode realizar-se em quaisquer períodos do ano, desde que não ultrapassem, no seu conjunto, a duração de 4 meses por ano.

Introdução de nova obrigação declarativa - sempre que o comerciante pretenda realizar vendas em saldo ou em liquidação, deve comunicar previamente à ASAE - Autoridade de Segurança Alimentar e Económica com a antecedência de 5 dias úteis e 15 dias, respetivamente.

É revogado o n.º 3 do artigo 10 que previa que “os produtos à venda em saldo não podem ter sido objeto, no decurso do mês anterior ao inicio do período de redução, de qualquer oferta de venda com redução de preço ou de condições mais vantajosas”.

Só são permitidas as seguintes modalidade de venda com redução de preço:
“Saldos”
“Promoções”
“Liquidação”

É proibida a utilização de expressões similares para anunciar vendas com redução.

Esta infração é punível com coimas que podem ir de € 250 a € 3.700 no caso de pessoa singular, e de 2.500 a 30.000 euros se for pessoa coletiva.

Em caso de dúvida ou de necessitar de mais esclarecimentos ou apoio no preenchimento da comunicação à ASAE, não hesite em contactar os serviços da ACIFF.