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Eficiência Energética nos Edifícios – Candidaturas Abertas

2018-08-01

De 13 de Junho a 13 de Outubro

Encontra-se aberto o Aviso 25 – Eficiência Energética nos Edifícios, no âmbito do Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética (PNAEE), para apresentação de candidaturas que visem a implementação de medidas que promovam a eficiência energética identificadas no artigo 4.º do Regulamento de Gestão do FEE, aprovado pela Portaria n.º 26/2011, de 10 de janeiro.

Neste contexto, são suscetíveis de financiamento através do presente Aviso medidas de eficiência energética que conduzam à melhoria do desempenho energético de edifícios existentes, do setor residencial e de serviços de direito privado, que possam contribuir para as metas definidas no Plano Nacional de Ação para a Eficiência Energética (PNAEE) ou para as metas nacionais de eficiência energética no âmbito da implementação da Diretiva de Eficiência Energética (EED).

Beneficiários:
• as pessoas singulares proprietárias de edifícios de habitação existentes e ocupados unifamiliares ou de frações autónomas em edifícios multifamiliares;
• as pessoas coletivas de direito privado, proprietárias de edifícios de serviços existentes e ocupados, com exceção de todas as entidades com a CAE 01 a 33.

Duração:

As candidaturas no âmbito do concurso devem prever uma duração máxima de 12 (doze) meses entre a data de assinatura do contrato de financiamento e a data de apresentação do pedido de pagamento do projeto.

Mais informações disponíveis no site: www.pnaee.pt

Anexos
Portaria 26_2011

Outras Noticias

ACIFF 175 de História

2010-01-17

Instalada no edifício designado por “Casa do Paço”, a ACIFF foi legalmente constituída em 1835, sendo a terceira Associação Empresarial do país a ser criada, a seguir à de Lisboa e do Porto. O aparecimento precoce desta Associação deve-se ao facto da Figueira da Foz estar situada na zona Centro, ter boas condições naturais e um porto marítimo que funcionava como principal via de comunicação. Por isso, os melhoramentos do porto constituíram desde os primórdios da formação da Associação Comercial, um dos seus principais objectivos.

A Associação foi fundada por 23 sócios:
Joaquim da Silva Soares, José da Silva Soares, Manuel Fernandes Coelho Mascarenhas, Joaquim Avelino Tavares, Manuel José de Sousa, António José Pestana, José Manuel da Costa, Jorge Laidley, Edwardd Baker, Salomon Tazer, João Fernandes Thomas, B. W. Tozer, Luís António de Sousa, José de Sousa e Oliveira Sobrinho, Francisco António Machado, Domingos José Pinto Viana, António Sebastião de Araújo, José Marques Pereira, João Gonçalves Curado & Cª, Francisco José d’Oliveira Guimarães, Joaquim Malheiro de Melo, João Ignacio da Cruz e João da Silva Soares,

que assinaram um compromisso justificando a necessidade de uma Associação Comercial na vila da Figueira, considerada a «terceira Praça do Comércio da nação», a seguir a Lisboa e Porto, «para o fim de em commum, defender e promover os interesses do comércio deste porto, em geral e dos associados em particular» (…) Esta reunião referia a necessidade de estatutos a que todos os associados deviam estar sujeitos, e que seriam feitos e discutidos quando os associados chegassem ao número de vinte.

No entanto, apenas 17 sócios reuniram no dia 21 de Maio de 1835, para a nomeação do Presidente e Secretário para recolherem os votos para a formação da mesa interina, tendo sido eleitos por aclamação Joaquim da Silva Soares, para presidente e João Inácio da Cruz Forte para Secretário. Após terem tomado posse, procederam à eleição da Mesa da Direcção, acabando por ficar apurados os mesmos, Joaquim da Silva Soares para Presidente (com 16 votos) e João Inácio da Cruz Forte como Secretário.

O Regimento foi feito num curto espaço de tempo (em 5 dias), passados os quais, no dia 26 de Maio de 1835, se reuniu a Assembleia Geral para a sua discussão e aprovação. Foi então aprovado em assembleia composta por 15 sócios «tal qual se acha redigido» e foi «posto em seu inteiro vigor». Estava assim fundada a Associação Comercial da Figueira da Foz.

Até 1865, as comunicações com a Figueira faziam-se somente pela via fluvial e marítima, o aparecimento do caminho-de-ferro contribuiu para o desenvolvimento de uma nova fonte de riqueza na Figueira da Foz, o Turismo, o que levou a Associação a desenvolver esforços no sentido de haver uma melhoria destes serviços.

Com a publicação do Decreto-Lei n.º 29/232 de 08 de Dezembro de 1938, e após deliberação em Assembleia Geral de 19 de Junho de 1939, a Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz foi transformada em Grémio de Comércio.

As alterações introduzidas na vida política do país pelo 25 de Abril de 1974, resultaram, na extinção corporativa, transformando o Grémio do Comércio do Concelho da Figueira da Foz em Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz, nome com que se manteve até hoje.

A esta Associação foi-lhe reconhecido o estatuto de “utilidade pública”, por despacho de sua Excelência o Primeiro-ministro, conforme consta do Diário da República n.º 30, IIª Série, de 5 de Fevereiro de 1991.

Inicialmente, os interesses da Associação eram fundamentalmente comerciais, no entanto, ao longo do tempo, o seu âmbito de actuação foi aumentando, passando a integrar os sectores industriais, serviços, turismo, e mais recentemente o sector da construção civil e imobiliário.

Ao longo dos tempos, a intervenção e responsabilidade da ACIFF tem vindo a aumentar significativamente, através do crescente conjunto de serviços prestados – formação profissional, apoio aos empresários, apoio ao empreendedorismo, aconselhamento jurídico, segurança e saúde no trabalho, higiene e segurança alimentar, entre outros.

Paralelamente, encontra-se representada em diversas instituições a nível local e sub-regional (CCP – Confederação do Comércio e Serviços de Portugal, CEC/CCIC – Conselho Empresarial do Centro, Figueira Paraindustria, Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo do Distrito de Coimbra, CENFORFF- Centro de Formação Profissional da Figueira da Foz, Lda, SODENFOR – Sociedade Difusora de Ensino da Figueira da Foz, Lda), assumindo responsabilidades que pressupõem uma política de continuidade estratégica que viabilize e reforce a iniciativa económica, assim como a prossecução dos interesses de desenvolvimento das empresas da área de intervenção da ACIFF.
Desde sempre a ACIFF assumiu um papel interventivo no fomento do empreendedorismo e da iniciativa empresarial que permitisse fortalecer e diversificar a estrutura económica da Região, daí a participação no Projecto da Incubadora de Empresas da Figueira da Foz, localizada no Parque Industrial.
Neste contexto foi assinado a 30 de Maio de 2003 o Protocolo de Intenções com o Município da Figueira da Foz, “tendo em vista a determinação e identificação das acções a que as partes se obrigam a cumprir por forma a dinamizar o apoio ao tecido empresarial e ao surgimento de novas empresas”
Da execução do referido Protocolo resultaram os seguintes factos:
• Alienação da Ala Central do Edifício da Casa do Paço à Figueira Paranova, S.A.
• Aquisição da Ala Poente do edifício da Casa do Paço
• Aquisição do lote L40 do Parque Industrial e Empresarial da Figueira da Foz
• Participação maioritária e consequente gestão das seguintes organizações e sociedades:
 IEFF – Incubadora de Empresas da Figueira da Foz, Associação para o Desenvolvimento Empresarial.
 Estruturas e Investimentos do Mondego, Agência de Desenvolvimento Regional, S.A
• Constituição da Sociedade Casa do Paço – Serviços de Apoio à Actividade Empresarial, Unipessoal, Lda

Actualmente o universo associativo da ACIFF traduz-se em cerca de 1100 associados, sendo o sector do comércio a actividade económica mais representativa, apesar de ser a indústria a que mais contribui para a criação de riqueza e postos de trabalho. De salientar a importância do sector do turismo, dada a forte vertente e tradição turística da Figueira da Foz. Apesar da maioria dos nossos associados serem micro e pequenas empresas, temos vindo a assistir a um aumento do número de associados com maior número de empregados.

Durante estes cento e setenta e cinco anos a actividade da ACIFF foi considerável, beneficiando não só o concelho como a região em que se insere.
Ao longo de toda a sua história a Associação tem tido um papel extremamente interventivo no desenvolvimento económico-social local e regional, tendo sempre como principio orientador a representação dos interesses dos seus associados quer pelo reforço da utilidade directa desta associação através do crescente conjunto de serviços prestados, visibilidade e capacidade de representação bem como, pela necessária contribuição para a localização e desenvolvimento empresarial e da actividade económica na sua área de intervenção e, em particular, no concelho da Figueira da Foz.

ACIFF estabeleceu protocolos para beneficiar os Associados

2010-01-01

A ACIFF tem vindo a estabelecer diversos Protocolos com várias empresas. O objectivo é promover os serviços e bens das empresas e acima de tudo criar beneficios aos Associados.

Neste segundo semeste do ano estabelecemos Protocolos com:

- Aritmosoma Técnicas de Contabilidade e Gestão
- The Brand Concept
- Maxfiance - Conceitos Válidos
- Leiripraga - Desinfestação e Desratização,Lda

Os restantes protocolos e regalias podem ser vistos neste site na area de Associados.

Programa + Viável

2009-12-31

O Programa +Viável é uma iniciativa de apoio à viabilização e regularização de
contribuintes com dívida à Segurança Social, que responde ao contexto económico
actual, ajustando o pagamento de dívidas à disponibilidade financeira das empresas.

O programa foi criado para adaptar a cobrança da dívida à capacidade e
actividade económica do contribuinte, conferindo aos contribuintes em situação de
incumprimento a oportunidade de regularizarem a sua situação perante a Segurança
Social de uma forma faseada.

O Programa +Viável tem suporte nas alterações introduzidas pelo Orçamento de
Estado de 2010 que alargam o prazo legal para a celebração de acordos, a natureza
de valores passíveis de serem liquidadas faseadamente e prevê a redução de taxas
de juro.

Mais informações em documentos: Informações Programa + Viável

Missão Económica e Financeira do Luxembourg

2009-12-30

Trata-se de uma Missão Económica e Financeira com representantes de empresas luxemburguesas de vários sectores que querem desenvolver relações com firmas portuguesas e ter contactos directos e decorrerá nos dias 7 e 8 de Setembro em Lisboa.

A participação no seminário e nos dias de contactos é gratuita.

Número de inscrições limitadas.

Em anexo mais informação sobre o evento.