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Formações Modulares

2019-08-04

A ACIFF está promover ações de formação modulares para empregados e desempregados.

Mais informações através do email formação@aciff.pt ou através do 233401320

Contacte-nos temos a formação à sua medida!

Noticias Relacionadas

Marketing Digital na ACIFF

2017-02-11

A ACIFF entende que o Marketing Digital assume cada vez mais um papel relevante nos processos de comunicação das empresas e marcas.
O acentuado crescimento do digital está a modificar o comportamento do consumidor e a forma como toma decisões através dos diferentes meios de comunicação digital. O Marketing e Comunicação Digital visa a aplicação de técnicas, métodos e ferramentas que permitam a aplicação da filosofia de Marketing às novas tecnologias, nomeadamente, à Internet. Caracteriza-se pelo seu efeito imediato, potencial viral e capacidade de segmentação que, por sua vez, potencia contactos personalizados e envolvimento com o consumidor, gerando resultados mensuráveis.
As empresas e marcas que ainda não têm uma estratégia definida para o canal digital começam a perder vantagem competitiva perante aquelas que já inovam e adaptam os seus modelos de negócio através dos meios digitais.

Neste sentido, em parceria com a GROOVIT a ACIFF irá levar a cabo uma ação de formação em Marketing Digital para PME's.

A mesma decorrerá nas instalações da Associação – Largo prof. Vitor Guerra, n.º 7 – Figueira da Foz, em horário pós-laboral (20h às 23h), nos dias 15,16,21 e 23 de Fevereiro.


Mais informações:https://goo.gl/4OraEJ

Inscrições em https://goo.gl/forms/57l0ojQubft8rp242

QIPME 2020

2016-12-31

Sistema de Incentivos para PME

Consultoria e Formação para Empresários Financiada

A ACIFF – Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz recebeu aprovação de uma candidatura apresentada ao Programa Compete (Portugal 2020), que permitirá a participação de 18 empresas e 12 empresários, com o estatuto de PME, com vista ao aumento das capacidades competitiva e de gestão.

Para o desenvolvimento deste projeto foi aprovado um orçamento de 227.403,82 euros, sendo que a participação das empresas será financiada em 90%.
Participação de Empresas

O projeto permitirá às 18 empresas o reforço da competitividade e da capacidade de resposta no mercado global, através da sua qualificação, mediante a implementação de algumas medidas de melhoria, nomeadamente, a introdução de novos métodos ou novas filosofias de organização do trabalho, reforço das capacidades de gestão, estudos e projetos, redesenho e melhoria de layout, ações de benchmarking, diagnóstico e planeamento, melhoria das capacidades de desenvolvimento e distribuição de produtos processos e serviços.

As medidas de melhoria serão trabalhadas com o apoio de consultores e formadores especializados, devidamente credenciados, com experiência comprovada em projetos anteriores, com o envolvimento dos empresários ou gestores. No final da intervenção, pretende-se que as empresas tenham implementado novos métodos organizacionais na prática do negócio ou na organização do local de trabalho, apostando na inovação organizacional.

Participação de Empresários

Os 12 empresários beneficiarão de um curso de 75 horas de Formação em Gestão Estratégica e Operacional, com vista à capacitação em novos modelos de negócio e competências de apoio à gestão. Incidirá em áreas chave para a modernização dos estilos de liderança e de gestão, de inovação e de cooperação empresarial e será complementada com 50 horas de apoio de consultoria. No final da intervenção, espera-se a melhoria visível dos seus negócios em função de uma aplicação prática de métodos de gestão adequados ao contexto global.
Este projeto vai arrancar já no início de 2017.


Todos os empresários e PME interessados em participar deverão contactar os serviços da ACIFF, através do telefone n.º 233.401.320 ou do email formacao@aciff.pt.

Formação a decorrer na ACIFF

2016-10-14

A ACIFF programou duas ações de formação com o objetivo de preparar os estabelecimentos comerciais para a época natalícia que se avizinha.

Sendo esta uma altura em que se regista um natural aumento no consumo, importa dotar os estabelecimentos comerciais de competências que cativem os clientes, quer em termos de qualidade do atendimento, quer em termos da decoração das montras e dos estabelecimentos.

Neste sentido, estarão a decorrer em simultâneo as ações de formação de Atendimento Comercial e Técnicas de Venda (25h) e Decoração da Loja e Conceção de Montras (25h), entre 10 de Outubro e 16 de Novembro, nas instalações da ACIFF, em horário pós-laboral, com condições preferenciais para associados ACIFF.
Estas formações são certificadas, sendo válidas para efeito do cumprimento da obrigatoriedade legal em matéria de formação profissional e para efeito da Medida Estímulo.

Cheque-formação financia trabalhadores e desempregados

2015-12-31

Entrou já em vigor no passado dia 4 de agosto o diploma que consagra o chamado cheque-formação. Trata-se de uma medida destinada a contribuir para a melhoria da produtividade e competitividade das empresas, através do reforço da qualificação profissional dos seus trabalhadores, em especial dos menos qualificados; potenciar a procura de formação por parte dos ativos empregados e dos desempregados; corresponsabilizar as entidades empregadoras, os ativos empregados e os desempregados na procura de respostas de formação que promovam a melhoria dos desempenhos profissionais.
Este cheque não será atribuído quando a ação de formação alvo do apoio já seja objeto de cofinanciamento público. Por outro lado, também não pode ser utilizado pelos beneficiários para concretizar a realização de formação exigida no âmbito de outros apoios públicos atribuídos, nomeadamente, pela Medida Estímulo Emprego.
Beneficiam diretamente da formação apoiada por esta medida:
- ativos empregados, independentemente do nível de qualificação, cujas candidaturas são apresentadas pelos próprios ou por entidades empregadoras;
- desempregados inscritos no IEFP, I.P., detentores de nível 3 a 6 de qualificação, há, pelo menos, 90 dias consecutivos.
 
O apoio a atribuir, por trabalhador, considera o limite de 50 horas no período de dois anos, um valor hora limite de €4, num montante máximo de €175, sendo que o financiamento máximo é de 90% do valor total da ação de formação, comprovadamente pago.
As entidades empregadoras candidatas são pessoas coletivas ou singulares de direito privado, com ou sem fins lucrativos, que reúnam à data da candidatura, cumulativamente, os seguintes requisitos:
- estejam regularmente constituídas e registadas;
- comprovem ter a situação contributiva regularizada perante a administração tributária e a segurança social;
- preencham os requisitos legais exigidos para o exercício da atividade ou apresentem comprovativo de ter iniciado o processo aplicável;
- não se encontrem em situação de incumprimento, no que respeita a apoios financeiros concedidos pelo IEFP, I.P.;
- disponham de contabilidade organizada;
- não tenham sido condenadas em processo-crime, com sentença transitada em julgado, por factos que envolvam disponibilidades dos fundos estruturais;
- não apresentem situações respeitantes a salários em atraso;
- não tenham sido condenadas em processo-crime ou contraordenacional por violação, praticada com dolo ou negligência grosseira, de legislação de trabalho sobre discriminação no trabalho e emprego, nos últimos dois anos, salvo se, da sanção aplicada no âmbito desse processo resultar prazo superior, caso em que se aplica este último.
 
No entanto, podem candidatar-se aos apoios agora previstos as empresas que iniciaram processo especial de revitalização, previsto no Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas (CIRE), devendo entregar ao IEFP, I.P., cópia certificada da decisão do juiz competente que nomeia administrador judicial provisório.
Podem também candidatar -se aos apoios da presente medida as empresas que iniciaram o processo no Sistema de Recuperação de Empresas por Via Extrajudicial, devendo entregar ao IEFP, I.P., cópia certificada do despacho de aceitação do requerimento que solicita o referido processo.
 
Quanto aos desempregados, os beneficiários que frequentem percursos de formação, com uma duração máxima de 150 horas no período de dois anos, têm direito a um apoio financeiro correspondente ao valor total da ação de formação até ao montante de €500, comprovadamente pago. Acresce a este montante a bolsa de formação, subsídio de refeição e despesas de transporte, desde que a entidade formadora não atribua os referidos apoios.
Será celebrado contrato relativo aos apoios concedidos entre o IEFP, I.P., e as entidades ou sujeitos que titulam a candidatura.
Os beneficiários da medida, ou a entidade empregadora quando candidata, devem, após o termo da formação, no período máximo de 2 meses, apresentar os comprovativos da sua frequência e conclusão, junto dos Serviços do IEFP, I.P., responsáveis pela aprovação da candidatura.
O incumprimento por parte das entidades empregadoras das obrigações relativas à atribuição dos apoios financeiros concedidos implica a imediata restituição total ou parcial do montante recebido por trabalhador, sem prejuízo do exercício do direito de queixa por eventuais indícios da prática do crime de fraude na obtenção de subsídio de natureza pública.
Por outro lado, a entidade empregadora deve restituir proporcionalmente o apoio financeiro recebido quando se verifique a impossibilidade superveniente, absoluta e definitiva, de o trabalhador abrangido poder frequentar a formação ou de a entidade empregadora a poder proporcionar.
O incumprimento por parte dos ativos empregados ou dos desempregados das obrigações relativas à atribuição dos apoios financeiros concedidos implica a imediata restituição total do montante recebido, sem prejuízo do exercício do direito de queixa por eventuais indícios da prática do crime de fraude na obtenção de subsídio de natureza pública.
A restituição deve ser efetuada no prazo de 60 dias consecutivos, contados a partir da notificação recebida do IEFP, sob pena de pagamento de juros de mora à taxa legal em vigor.
Se esta restituição não for feita, as entidades ou os beneficiários ficam impossibilitados de se candidatarem no ano subsequente a iniciativas e medidas promovidas pelo IEFP, I.P.
 
Organização e desenvolvimento da formação profissional
A formação profissional a desenvolver tem de ser ministrada por uma entidade formadora certificada. Quando necessário, pode ser precedida pelo desenvolvimento de um processo de reconhecimento, validação e certificação de competências (RVCC) dual ou profissional, e observar o definido no Plano Pessoal de Qualificação dos beneficiários, bem como, no caso das pessoas desempregadas, em articulação com o seu Plano Pessoal de Emprego.
Os percursos de formação devem ser orientados para a aquisição de competências relevantes para a melhoria dos desempenhos individuais e para o aumento da produtividade do fator trabalho e, no caso dos desempregados, ajustados às necessidades do mercado de trabalho, promovendo as condições de empregabilidade e a obtenção de uma qualificação.
A formação deve, preferencialmente, basear -se em unidades de formação de curta duração (UFCD) que integram os referenciais de formação dos níveis 2 ou 4 constantes do Catálogo Nacional de Qualificações (CNQ).
Nas situações em que as necessidades específicas dos beneficiários não encontrem resposta naquele instrumento estratégico das qualificações, a formação pode assentar em percursos formativos extra CNQ, desde que devidamente fundamentadas e que se revelem de interesse para potenciar a empregabilidade ou a (re)qualificação.
Os percursos formativos a frequentar devem integrar UFCD de um único referencial de formação ou UFCD de mais do que um referencial, desde que integrados na mesma área de educação e formação.
A formação que enquadre os desempregados ou os ativos empregados que apresentem a sua própria candidatura, deve privilegiar as áreas de formação definidas anualmente pelo IEFP, I.P., em sede de Conselho de Administração, em função das dinâmicas do mercado de emprego.
O diploma estabelece que os desempregados durante o período de frequência da formação mantêm o dever da procura ativa de emprego.
A conclusão das ações de formação dá lugar:
- à emissão, através Sistema de Informação e Gestão da Oferta Educativa e Formativa (SIGO), de um certificado de qualificações ou de um certificado de formação profissional, consoante se trate, respetivamente, de formação com base em UFCD do CNQ ou de formação não disponível no CNQ;
- ao registo na caderneta individual de competências, através do SIGO.
 
Referências
Portaria n.º 229/2015, de 3 de agosto
Lei n.º 7/2009, de 12 de fevereiro, artigos 130.º a 134.º 
Portaria n.º 60-A/2015, de 2 de março
Portaria n.º 149-A/2014, de 24 de julho

Fonte: www.millenniumbcp.pt