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10 novas startups ligadas à Economia do Mar criadas no âmbito do projeto PLATICEMAR

2019-11-14

Os vencedores regionais do Concurso de Ideias de Negócio, realizado no âmbito do projeto Platicemar - Plataforma de Consolidação do Setor TICE e Empreendedorismo na Economia do Mar, foram apresentados no dia 13 de Novembro na Alfândega do Porto, no Congresso “Empreendedorismo na Economia do Mar– Resultados do projeto PLATICEMAR”: Sal Verde (Porto), R5 Marine Solutions (Aveiro), AquaAll (Figueira da Foz), Fishify (Leiria) e Trackbow (Sines).


O Concurso de Ideias de Negócio do PLATICEMAR registou um total de 35 candidaturas provenientes de todo o território nacional, abrangendo diversas áreas ligadas ao médio-alto conhecimento e tecnologia, tendo sido selecionadas as 25 melhores propostas, que integraram um programa de mentoria e aceleração, que lançou as bases para a criação de startups ligadas à Economia do Mar. No final do projeto foram criadas 10 novas startups, distribuídas pelos vários territórios de intervenção do projeto, nomeadamente Porto, Aveiro, Figueira da Foz, Leiria e Sines (lista no final).

Numa primeira fase do projeto, através de atividades regionais de mobilização de stakeholders, que originaram cerca de 35 sessões de trabalho, foi identificado um conjunto de oportunidades de integração das TICE na EM, entre as quais se destacam: a diversidade de mecanismos de financiamento existentes para projetos na EM, a possibilidade de surgimento de novas atividades e otimização das existentes por via da recolha e tratamento de big data gerado pelas atividades da EM (Industria 4.0), a utilização da robótica e automação industrial para conferir escalabilidade e rentabilidade a atividades da EM ou a possível exploração de recursos minerais (sobretudo alguns minérios com escassez na Europa) que decorre do alargamento da plataforma continental. Estes resultados estão refletidos e detalhados no Estudo de Diagnóstico do Potencial do Setor TICE na Economia do Mar, uma das ferramentas de trabalho desenvolvidas no âmbito do projeto.

O consórcio promotor do projeto considera que o PLATICEMAR contribuiu positivamente para o posicionamento do setor TICE, enquanto setor transversal às restantes áreas de atividade, fomentando o empreendedorismo e a inovação e explorando as oportunidades e desafios num setor tradicional como a EM. Destaca ainda, o apoio fulcral da equipa do COMPETE 2020 e do IAPMEI, desde a submissão e aprovação da candidatura até ao seu acompanhamento, ao cofinanciar e compreender a importância das ações acima descritas.


Sobre o projeto PLATICEMAR
O projeto PLATICEMAR - Plataforma de Consolidação do Setor TICE e Empreendedorismo na Economia do Mar, promovido pela Inova-Ria - Associação de Empresas para uma Rede de Inovação em Aveiro, em parceria com o Fórum Oceano – Associação da Economia do Mar, a ACIFF – Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz, a NERLEI – Associação Empresarial da Região de Leiria, e o Sinestecnopolo, teve com objetivo despertar a sociedade para a importância e valor do empreendedorismo e espírito empresarial na Economia do Mar (EM), tendo como base o incremento da cooperação empresarial e a incorporação de novas capacidades e competências oriundas do setor das Tecnologias de Informação, Comunicação e Eletrónica (TICE).
Este projeto pretendeu ainda contribuir para a definição de políticas de Empreendedorismo e Inovação promotoras de um modelo de desenvolvimento sustentável na Fileira da Economia do Mar, aproveitando a Estratégia Nacional para o Mar e das estratégias regionais/nacional de especialização inteligente/ RIS3 como fatores impulsionadores e aceleradores do processo de Inovação na Economia do Mar em Portugal, sendo cofinanciado pelo Programa COMPETE 2020 no âmbito do Sistema de Apoio a Ações Coletivas – Promoção do Espírito Empresarial, envolvendo um investimento elegível superior a 700 mil euros.

Lista das 10 startups criadas no âmbito do PLATICEMAR

Sal Verde - Do Mar à Mesa Saudável - Porto
Produção industrial de Salicórnia com teor de sal controlado, e transformação num produto liofilizado, baseada em processos biotecnológicos IDT.
ViP - Vigilância das praias e monitorização do litoral - Aveiro
Sistemas Aéreos Pilotados Remotamente seguros, com elevada capacidade de carga para operações no litoral e offshore.

R5 Marine Solutions - Aveiro
Soluções de engenharia marítima baseadas em modelos digitais de custo-benefício para proteção e sustentabilidade da orla costeira.

AquaAll – Figueira da Foz
Produção integrada em aquacultura de camarão da costa com ouriços-do-mar, macroalgas, e plantas halófitas, através de um sistema IMTA com o sistema RAS em ambiente fechado.

Timeoff – Figueira da Foz
Promoção e oferta de percursos de natureza inexplorados, na região da Figueira da Foz.
Moço do Peixe – Comércio de peixe online - Leiria
Plataforma online de comércio de peixe fresco, diretamente do Mar de Peniche.

Fishify – Leiria
Comércio de peixe fresco através de uma plataforma e-commerce.

Welcome to Sines - Sines
Desenvolvimento de um serviço integrado de transporte, alojamento e estadia para tripulantes dos navios que passam pelo Porto de Sines, incluindo a oferta de excursões/tours.

TrackBow - Sines
Comercialização do produto Trackbow, sistema inovador de apoio à navegação, a proprietários
de embarcações de recreio como veleiros e iates.
Subwine – Vinho estagiado no Mar - Sines
Produção e comercialização de vinho estagiado no mar, adquirindo características únicas e um resultado ímpar na caracterização da sua garrafa.

Outras Noticias

Condições de Reabertura Atividade Económica - Plano de Desconfinamento

2020-05-04

Enviamos para vosso conhecimento as Medidas Gerais do Plano de Desconfinamento aprovado hoje (dia 30.04) no Conselho de Ministros.

Chamamos especial destaque para:


  • Uso obrigatório de máscara (clientes e funcionários), higienização e limpeza dos espaços e superfícies em todas as atividades de contacto com publico, distanciamento físico – 2 metros

  • Dia 04.05 – Abertura do Comércio (lojas com porta aberta para a rua até 200 m2) – Horário de Funcionamento a partir das 10h

  • Dia 04.05 – Abertura de Cabeleireiros e similares por marcação prévia e condições especificas


As regras especificas de cada sector que irá abrir no dia 4 de Maio, serão conhecidas até sábado (dia 02 de Maio).



Regras de Funcionamento da Atividade Económica em Estado de Calamidade

2020-05-04

Na sequência da publicação da Resolução do Conselho de Ministros n.º 33-A/2020, de 30-4, que declara a situação de calamidade, no âmbito da pandemia da doença COVID-19 e que produz efeitos a partir das 00:00 h do dia 3 de Maio de 2020, foram estabelecidas as seguintes medidas excecionais e temporárias de resposta à epidemia SARS -CoV -2 e à doença COVID -19:


  • Dever cívico de recolhimento domiciliário;

  • É obrigatória a adoção do regime de Teletrabalho, independentemente do vínculo laboral, sempre que as funções em causa o permitam.

  • Instalações e estabelecimentos encerrados (documento em anexo)

  • São suspensas as atividades em estabelecimentos de comércio a retalho e de prestação de serviços que disponham de uma área de venda ou prestação de serviços superior a 200 metros quadrados, bem como os que se encontrem em conjuntos comerciais, salvo se dispuserem de área igual ou inferior e uma entrada autónoma e independente pelo exterior.

  • Os Estabelecimentos de restauração e similares podem manter a respetiva atividade, para efeitos exclusivos de confeção destinada a consumo fora do estabelecimento ou entrega no domicílio, diretamente ou através de intermediário.

  • É permitido o Aluguer de veículos de passageiros sem condutor, nas seguintes hipóteses: deslocações excecionalmente autorizadas ao abrigo do presente regime, para o exercício das atividades de comércio a retalho ou de prestação de serviços autorizadas, para prestação de assistência a condutores e veículos avariados, imobilizados ou sinistrados; quando os veículos se destinem à prestação de serviços públicos essenciais

  • É permitido aos titulares da exploração de Estabelecimentos de comércio por grosso de distribuição alimentar vender os seus produtos diretamente ao público, exercendo cumulativamente a atividade de comércio a retalho.

  • Regras de ocupação, permanência e distanciamento físico
    Em todos os locais onde são exercidas atividades de comércio e de serviços devem ser observadas as seguintes regras de ocupação, permanência e distanciamento social:

    1. Regra de ocupação máxima indicativa de 0,05 pessoas por metro quadrado de área (5 pessoas por cada 100 m2);
    2. Distância mínima de 2 metros entre as pessoas, incluindo aquelas que estão efetivamente a adquirir o produto ou a receber o serviço, podendo, se necessário, determinar-se a não utilização de todos os postos de atendimento ou de prestação do serviço;
    3. Permanência dentro do estabelecimento pelo tempo estritamente necessário à aquisição dos bens ou serviços;
    4. Proibição de situações de espera para atendimento no interior dos estabelecimentos devendo privilegiar mecanismos de marcação prévia;
    5. Definir, sempre que possível, circuitos específicos de entrada e saída nos estabelecimentos, utilizando portas separadas;
    6. Observar outras regras definidas pela Direção-Geral da Saúde;
    7. Incentivar a adoção de códigos de conduta aprovados para determinados setores de atividade ou estabelecimentos, desde que não contrariem o disposto no presente regime.

    «área» = área destinada ao público, incluindo as áreas de uso coletivo ou de circulação, à exceção das zonas reservadas a parqueamento de veículos;
    Os limites previstos de ocupação máxima por pessoa não incluem os funcionários e prestadores de serviços que se encontrem a exercer funções nos espaços em causa

  • Regras de higiene

    1. A prestação do serviço e o transporte de produtos devem ser efetuados mediante o respeito pelas regras de higiene definidas pela Direção-Geral da Saúde;
    2. Promover a limpeza e desinfeção diárias e periódicas dos espaços, equipamentos, objetos e superfícies, com os quais haja um contacto intenso;
    3. Promover a limpeza e desinfeção, após cada utilização ou interação, dos terminais de pagamento automático (TPA), equipamentos, objetos, superfícies,
      produtos e utensílios de contacto direto com os clientes;
    4. Os operadores económicos devem promover a contenção, tanto quanto possível, pelos trabalhadores ou pelos clientes, do toque em produtos ou equipamentos bem como em artigos não embalados, os quais devem preferencialmente ser manuseados e dispensados pelos trabalhadores;
    5. Nos estabelecimentos de comércio a retalho de vestuário e similares, deve ser promovido o controlo do acesso aos provadores, salvaguardando -se, quando aplicável, a inativação parcial de alguns destes espaços, por forma a garantir as distâncias mínimas de segurança, e garantindo-se a desinfeção dos mostradores, suportes de vestuário e cabides após cada utilização, bem como a disponibilização de solução antisséptica de base alcoólica para utilização pelos clientes;
    6. Em caso de trocas, devoluções ou retoma de produtos usados, os operadores devem, sempre que possível, assegurar a sua limpeza e desinfeção antes de voltarem a ser disponibilizados para venda, a menos que tal não seja possível ou comprometa a qualidade dos produtos;
    7. Outras regras definidas em códigos de conduta aprovados para determinados setores de atividade ou estabelecimentos, desde que não contrariem o disposto no presente regime.

  • Assegurar a disponibilização de Soluções líquidas de base alcoólica, para os trabalhadores e clientes, junto de todas as entradas e saídas dos estabelecimentos, assim como no seu interior, em localizações adequadas para desinfeção de acordo com a organização de cada espaço;

  • Horários de atendimento

    • Os horários de funcionamento dos estabelecimentos de comércio a retalho ou de prestação de serviços podem ser ajustados, por forma a garantir um desfasamento da hora de abertura ou de encerramento, por iniciativa dos próprios
    • Os estabelecimentos que retomam a sua atividade a partir de 04.05.2020, não podem, em qualquer caso, abrir antes das 10:00h.
    • Os estabelecimentos de comércio a retalho ou de prestação de serviços podem encerrar em determinados períodos do dia para assegurar operações de limpeza e desinfeção dos funcionários, dos produtos ou do espaço.
    • Os horários de funcionamento dos estabelecimentos de comércio a retalho ou de prestação de serviços podem ser limitados ou modificados por despacho do membro do Governo responsável pela área da economia, durante o período de vigência do presente regime.

  • Os estabelecimentos que mantenham a atividade devem atender com prioridade os profissionais de saúde, os elementos das forças e serviços de segurança, de proteção e socorro, o pessoal das forças armadas e de prestação de serviços de apoio social.

  • Dever de prestação de informações
    Os estabelecimentos de comércio a retalho ou de prestação de serviços devem informar, de forma clara e visível, os clientes relativamente às novas regras de funcionamento, acesso, prioridade, atendimento, higiene, segurança e outras relevantes aplicáveis a cada estabelecimento.

  • A prática de Atividade física e desportiva em contexto não competitivo e ao ar livre pode ser realizada, desde que se assegurem as seguintes condições:

    1. Respeito de um distanciamento mínimo de dois metros entre cidadãos, para atividades que se realizem lado -a -lado, ou de quatro metros, para atividades em fila;
    2. Impedimento de partilha de materiais e equipamentos, incluindo sessões com treinadores pessoais;
    3. Impedimento de acesso à utilização de balneários;
    4. O cumprimento de um manual de procedimentos de proteção de praticantes e funcionários.

  • Os Serviços Públicos retomam o atendimento presencial por marcação a partir do dia 4 de maio de 2020. As Lojas do Cidadão permanecem encerradas, mantendo -se o atendimento presencial por marcação nas Lojas de Cidadão apenas nas localidades onde não existam balcões desconcentrados, bem como a prestação desses serviços através dos meios digitais e dos centros de contacto com os cidadãos e as empresas.

  • Eventos - Não é permitida a realização de celebrações e de outros eventos que impliquem uma aglomeração de pessoas em número superior a 10.

  • Funerais – A realização de funerais está condicionada à adoção de medidas organizacionais que garantam a inexistência de aglomerados de pessoas e o controlo das distâncias de segurança, designadamente a fixação de um limite máximo de presenças, a determinar pela autarquia local que exerça os poderes de gestão do respetivo cemitério.

Nos termos do Decreto Lei n.º 20/2020 de 01 de Maio foi instituído:

  • A obrigatoriedade de Uso de máscaras ou viseiras nas seguintes situações:

    • acesso ou permanência nos espaços e estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços,
    • nos serviços e edifícios de atendimento ao público e
    • nos estabelecimentos de ensino e creches pelos funcionários docentes e não docentes e pelos alunos maiores de seis anos.
    • na utilização de transportes coletivos de passageiros.

    Em caso de incumprimento, devem informar os utilizadores não portadores de máscara que não podem aceder, permanecer ou utilizar os espaços, estabelecimentos ou transportes coletivos de passageiros e informar as autoridades e forças de segurança desse facto caso os utilizadores insistam em não cumprir aquela obrigatoriedade.

    O incumprimento constitui contraordenação, punida com coima de valor mínimo correspondente a (euro) 120 e valor máximo de (euro) 350.

  • Controlo de temperatura corporal, podem ser realizadas medições de temperatura corporal a trabalhadores para efeitos de acesso e permanência no local de trabalho. No entanto é expressamente proibido o registo da temperatura corporal associado à identidade da pessoa, salvo com expressa autorização da mesma.
    Caso haja medições de temperatura superiores à normal temperatura corporal, pode ser impedido o acesso dessa pessoa ao local de trabalho.

  • Regime excecional de proteção de imunodeprimidos e doentes crónicos
    Os imunodeprimidos e os portadores de doença crónica que, de acordo com as orientações da autoridade de saúde, devam ser considerados de risco, designadamente os hipertensos, os diabéticos, os doentes cardiovasculares, os portadores de doença respiratória crónica, os doentes oncológicos e os portadores de insuficiência renal, podem justificar a falta ao trabalho mediante declaração médica, desde que não possam desempenhar a sua atividade em regime de teletrabalho ou através de outras formas de prestação de atividade.

  • Manutenção de contrato de trabalho em situação de crise empresarial
    As empresas com estabelecimentos cujas atividades tenham sido objeto de levantamento de restrição de encerramento após o termo do estado de emergência ou de restrição imposta por determinação legislativa ou administrativa, nos termos previstos no Decreto-Lei n.º 10-A/2020, de 13 de março, na sua redação atual, ou ao abrigo da Lei de Bases da Proteção Civil, aprovada pela Lei n.º 27/2006, de 3 de julho, na sua redação atual, assim como da Lei de Bases da Saúde, aprovada pela Lei n.º 95/2019, de 4 de setembro, continuam, a partir desse momento, a poder aceder ao mecanismo de lay off simplificado, previsto no Decreto-Lei n.º 10-G/2020, de 26 de março, na sua redação atual, desde que retomem a atividade no prazo de oito dias.

  • Avaliação de risco nos locais de trabalho
    Para efeitos do disposto na Lei n.º 102/2009, de 10 de setembro, na sua redação atual, as empresas elaboram um plano de contingência adequado ao local de trabalho e de acordo com as orientações da Direção-Geral da Saúde e da Autoridade para as Condições de Trabalho.

  • Suspensão de obrigações relativas ao livro de reclamações em formato físico
    Durante o período em que vigorar o estado epidemiológico resultante da doença COVID-19, são suspensas as seguintes obrigações decorrentes do Decreto-Lei n.º 156/2005, de 15 de setembro, na sua redação atual:

    1. A obrigação de facultar imediata e gratuitamente ao consumidor ou utente o livro de reclamações a que se refere a alínea b) do n.º 1 do artigo 3.º daquele decreto-lei;
    2. A obrigação de cumprimento do prazo no envio dos originais das folhas de reclamação a que se refere a alínea e) do n.º 1 do artigo 3.º daquele decreto-lei.»

Guia de Boas Práticas para o Comércio e Serviços

2020-05-02

Foi hoje assinado um protocolo entre a Confederação do Comércio e Serviços de Portugal, CCP, da qual a ACIFF é associado, e a Direcao Geral da Saúde, DGS, através do qual ambas as entidades se comprometem a cooperar na elaboração, divulgação e aplicação de recomendações de saúde, higiene e segurança adequadas ao momento atual de combate ao contágio e propagação do coronavírus SARS-COV-2, válidas para o sector do comércio e serviços.

No contexto deste protocolo a DGS já validou o guia preparado pela CCP: “GUIA DE BOAS PRÁTICAS PARA OS SETORES DO COMÉRCIO E SERVIÇOS”.

O Guia tem medidas gerais de prevenção e medidas aplicáveis aos estabelecimentos abertos ao público.

De referir ainda que foram também validados pela DGS os seguintes guias, tendo as associações respetivas estado presentes na assinatura do protocolo:

• “PROTOCOLO SANITÁRIO PARA OSECTOR AUTOMÓVEL”

•“RECOMENDAÇÕES ESSENCIAIS PARA A REABERTURA DOS ESTABELECIMENTOS DE CUIDADOS PESSOAIS”

•“MANUAL-DE-PROCEDIMENTOS-E-BOAS-PRÁTICAS ÓPTICOS”

Sistemas de Incentivos Portugal 2020 - COVID 19

2020-04-21

Estão abertas candidaturas para 2 concursos no âmbito do Portugal 2020 a fundo perdido, específicos para fazer face ao COVID -19:


AAC 14/SI/2020 - Sistema de Incentivos Inovação Produtiva - COVID 19 - Projetos Individuais

São suscetíveis de apoio os projetos individuais em atividades inovadoras, que se proponham desenvolver um projeto de investimento nas seguintes tipologias:
a) Inovação de produto (Bens e serviços).
b) Inovação de processo (novos métodos de fabrico, organizacionais ou de marketing e expansão da capacidade).

Taxa de cofinanciamento: taxa máxima de incentivo 80%; a taxa pode ser majorada em 15 p.p. se o projeto for concluído no prazo de 2 meses a contar da data da notificação da decisão favorável da Autoridade de Gestão.

Período de Candidatura: 20 de abril a 29 de Maio de 2020 (19h)


AAC 15/SI/2020 - Sistema de Incentivos à Atividade de Investigação e Desenvolvimento e Investimento em Infraestruturas de Ensaio e Otimização (upscaling) COVID 19 - Projetos de I&D Empresas

Projetos “I&D empresas”:

Taxa de Cofinanciamento: 100% relativamente aos custos elegíveis nas atividades de investigação fundamental (até níveis de TRL 3); 80% dos custos elegíveis nas atividades de investigação industrial e desenvolvimento experimental (níveis de TRL 4 e superiores); A taxa de apoio de 80% prevista no ponto anterior pode ser majorada em 15 p.p. se mais do que um Estado-Membro apoiar o projeto de investigação ou se a investigação for realizada em colaboração transfronteiriça com organizações de investigação ou outras empresas.

Projetos “Infraestruturas de Ensaio e Otimização”:

Taxa de Cofinanciamento: A taxa máxima de incentivo a atribuir é de 75%; A taxa de 75% dos custos elegíveis pode ser majorada em 15 p.p. se o projeto for concluído no prazo de 2 meses a contar da data de decisão;

Período de Candidatura: 20 de abril a 29 de Maio de 2020 (19h)