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COMUNICADO ACIFF

2020-11-14

A nossa associação é abrangente, constituída por diferentes sectores de atividade e diferentes áreas de negócio. Agregamos na nossa associação o Comércio, a Indústria, o Turismo e os Serviços. Todos os setores e atividades identificam unanimemente o mal comum, a pandemia provocada pelo vírus SarsCov-2, associada à doença Covid-19. Como resultado desta pandemia, multiplica-se a incerteza quanto ao futuro, a enorme imprevisibilidade económica e o risco da saúde pública.

De entre os nossos associados temos recebido diferentes preocupações, solicitações e até contribuições. Cada uma das preocupações ou contribuições representa o que cada setor ou associado sente, e neste caso estas dividem-se em dois grandes polos: temos os associados que defendem fechar a todo custo a atividade para salvaguarda da vida humana; temos os associados que por rutura de tesouraria, sabem que não podem fechar. Ambas as opiniões aqui descritas estão corretas, sendo esta outra grande dificuldade com que todos temos que lutar, ou seja, a procura da solução ideal. A solução que concilia a sustentabilidade económica dos bens e serviços com a salvaguarda da vida humana, pois sem vida humana não existe vida económica. Precisamos que todos saibam que tudo temos feito para defesa do interesse coletivo dos nossos associados, nomeadamente:

• A ACIFF em conjunto com os seus parceiros do CERC (Conselho Empresarial da Região Centro) reuniu com a CIM (Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra) para em conjunto se desenvolver uma estratégia para a recuperação económica da zona geográfica em que estamos envolvidos.

• A ACIFF através do Município da Figueira da Foz e da CCP (Confederação do Comércio e Serviços de Portugal) pelo seu interlocutor o Eng. João Vieira Lopes, tem feito chegar ao governo de forma permanente todas as preocupações manifestadas pelos nossos associados. Congratulamo-nos pelo facto do Sr. Primeiro-ministro Dr. António Costa, juntamente com o seu Conselho de Ministros terem ouvido os apelos das várias associações comerciais de todo o país para as incongruências que estavam a ser pedidas e terem reformulado várias das medidas impostas para uma versão mais justa e equitativa.

Realçamos o facto do nosso Município através do seu presidente Dr. Carlos Monteiro, dentro dos poderes que lhe são concedidos, ter deliberado algumas delas para o concelho da Figueira da Foz mesmo antes das alterações da tutela serem anunciadas.

• A ACIFF mantém como sempre e mais do que nunca, uma equipa técnica disponível para esclarecer, apoiar e receber os contributos dos seus associados.

Neste tempo de incerteza cabe-nos apelar à união de todos os empresários da nossa cidade. Cada um de nós é uma peça de uma engrenagem que tem, no dia-a-dia, de contribuir para a salvaguarda da saúde pública mantendo a sustentabilidade económica do Concelho. Tudo o que temos feito tem sido com o contributo de muitos, com a forte união dos associados da ACIFF, é isso que agradecemos e pedimos que continue a existir para cumprirmos o nosso objetivo de defesa dos nossos Associados.

Nuno Lopes
(Presidente da Direção da ACIFF)

Anexos
Comunicado ACIFF

Outras Noticias

CANDIDATURAS ABERTAS - Programa Adaptar Turismo

2021-10-22

Encontram-se a decorrer as candidaturas ao Programa Adaptar Turismo, publicado pelo Despacho Normativo n.º 24/2021, de 15 de outubro, este mecanismo visa apoiar as micro, pequenas e médias empresas do turismo no esforço de adaptação e de investimento nos seus estabelecimentos, permitindo ajustar os métodos de organização do trabalho e de relacionamento com clientes e fornecedores ao contexto pós-COVID-19.

O período de candidaturas está aberto em contínuo a partir de 21 de outubro de 2021 até ao esgotamento da dotação prevista, a ser comunicado por publicação no portal do Turismo de Portugal, I.P. (5 milhões) através de formulário eletrónico no SGPI | Formalização de candidaturas, disponível no portal do Turismo de Portugal, I.P.

Beneficiários
• micro, pequenas e médias empresas que desenvolvam atividades económicas com as CAE do turismo

Projetos - Critérios de elegibilidade
• despesa elegível de no mínimo €2.500;
• não estar iniciado à data de apresentação da candidatura;
• prazo máximo de execução de 12 meses a contar da data de notificação da decisão favorável, tendo como data limite 31 de dezembro de 2022;
• estar em conformidade com as disposições legais e regulamentares que lhes forem aplicáveis.

Despesas elegíveis
• custos com a requalificação, modernização e ampliação dos espaços existentes, incluindo obras de adaptação, que permitam responder a necessidades decorrentes da pandemia de COVID-19;
• aquisição e instalação de dispositivos de pagamento automático, incluindo sistemas de self-check-in e self-check-out, preferencialmente os que utilizem tecnologia contactless;
• custos iniciais associados à domiciliação de aplicações/softwares relevantes para o contexto subsequente à pandemia de COVID-19, incluindo:
• o investimento em hardware que se afigure necessário para o efeito;
• adesão inicial a plataformas de comércio eletrónico;
• subscrição inicial de aplicações em regimes de software as a service para interação com clientes e fornecedores;
• criação de website/loja online/app justificada pelo contexto atual, bem como a criação e publicação inicial de novos conteúdos eletrónicos e a inclusão ou catalogação em diretórios ou motores de busca;
• aquisição de serviços de consultoria especializada para a adaptação do modelo de negócio aos novos desafios do contexto subsequente à pandemia de COVID-19, bem como para a requalificação, modernização e ampliação das instalações que daí resultar, desde que associados, no contexto da candidatura, à realização dos investimentos atrás descritos;
• despesas com a intervenção de contabilistas certificados ou revisores oficiais de contas, na validação da despesa dos pedidos de pagamento, até ao valor de 15 % do valor do investimento e com o limite de €2.500.

Apoios concedidos
• não reembolsáveis;
• 75% sobre as despesas elegíveis, até ao limite de 15.000 euros;
• 85% sobre as despesas elegíveis, até ao limite de 20.000 euros, se atividade principal inserida nas CAE 56302, 56304, 56305, 93210 e 93294, e que tenham estado encerradas administrativamente em virtude da situação pandémica.


Critérios de elegibilidade dos Beneficiários
micro, pequenas e médias empresas, de qualquer natureza e sob qualquer forma jurídica que:
• desenvolvem atividade económica principal, inserida na lista de CAE em anexo ao Despacho Normativo;
• os respetivos estabelecimentos se encontrem devidamente licenciados para o exercício da atividade;
• os respetivos estabelecimentos, quando aplicável, se encontrem registados no Registo Nacional de Turismo;
• possuem uma situação líquida positiva à data de 31 de dezembro de 2019 ou, não possuindo, demonstrem que a possuem à data da candidatura (exceto no caso de empresas que tenham iniciado a atividade após 1 de janeiro de 2019 e de empresários em nome individual sem contabilidade organizada);
• dispõem de certificação eletrónica atualizada que comprove o estatuto de PME, nos termos previstos no Decreto-Lei n.º 372/2007, de 6 de novembro, na sua redação atual;
• têm ou podem assegurar, até à assinatura do termo de aceitação, a situação tributária e contributiva regularizada perante a administração fiscal, a segurança social e o Turismo de Portugal, I.P.;
• não tenham sido objeto de aplicação, nos dois anos anteriores à data da candidatura, de sanção administrativa ou judicial pela utilização ao seu serviço de mão-de-obra legalmente sujeita ao pagamento de impostos e contribuições para a segurança social, não declarada nos termos das normas que imponham essa obrigação, em Portugal (ou no Estado de que é nacional ou no qual se situe o seu estabelecimento principal);
• não tenham sido condenados nos dois anos anteriores à data da candidatura, por sentença transitada em julgado, por despedimento ilegal de grávidas, puérperas ou lactantes;
• não tenham sido objeto de um processo de insolvência, nos termos do Código da Insolvência e Recuperação de Empresas, e não ter beneficiado dos auxílios de emergência ou auxílios à reestruturação;
• no caso das empresas que desenvolvem atividade na CAE 49392, demonstrem mediante declaração subscrita por contabilista certificado, que pelo menos 50 % do respetivo volume de negócios em 2019, ou à data da candidatura, resulta da prestação de serviços de transporte de turistas.

INOVSEA - Redes de Cooperação da Economia do Mar (11 de Novembro 2021)

2021-10-20

O projeto INOVSEA - Inovação e competitividade na economia do mar das regiões costeiras do Alto Minho e Baixo Mondego, vai realizar as segundas Jornadas de Inovação e Transferência de Conhecimento no proximo dia 11 de novembro, em Viana do Castelo.

As segundas Jornadas de Inovação e Transferência de Conhecimento subordinam-se ao tema das Redes de Cooperação, almejando-se permitir um maior conhecimento entre todos os agentes da Economia do Mar das regiões do Alto Minho e Baixo Mondego, de forma a potenciar as parcerias, a criação de emprego e a geração de riqueza.

Os trabalhos iniciam-se às 09h00 e terminam às 18h30 e decorrerão no Hotel Flor de Sal, em Viana do Castelo.

Para todos os que não se puderem deslocar fisicamente a Viana do Castelo, informamos que as Jornadas serão transmitidas pela Internet, em plataforma própria, à qual poderá aceder utilizando as credenciais criadas no momento da inscrição.

INSCRIÇÕES - https://jornadas.inovsea.pt/

A participação é gratuita e inclui os coffee-breaks e o almoço.

Jornada de Inovação #1 – INOVAR (Redes de Inovação)

2021-09-01

09 de outubro de 2021 - 09:00
Incubadora Mar & Indústria, Figueira da Foz

O evento de referência para a Economia do Mar a nível nacional!
As primeiras jornadas do projeto INOVSEA estão mesmo a chegar e ainda pode garantir a sua inscrição!

Dia 9 de outubro, reunimo-nos para partilhar os desafios que a Economia do Mar enfrenta, desta vez com o mote 'Inovação'. Espera-o um dia rico em partilha de conhecimento e networking, podendo ainda habilitar a sua empresa a ser a vencedora da distinção 'Mais Inovadora'!

Estas Jornadas estão inseridas no projeto INOVSEA - Inovação e Competitividade na Economia do Mar das regiões costeiras do Alto Minho e Baixo Mondego

Objetivos:
Explorar e potenciar as redes de inovação e cooperação empresarial e inter organizacional na promoção da competitividade. Juntar empresas das várias fileiras do setor da Economia do Mar em jornadas de inovação, animadas por especialistas, entidades do sistema científico e tecnológico, casos de estudo e responsáveis nacionais pela promoção da inovação.

Destinatários: empresas e entidades da Economia do Mar

O encerramento das jornadas contará com a participação do Ministro do Mar, Ricardo Serrão Santos.

INSCRIÇÕES - AQUI

Recordamos que o projeto INOVSEA foi apresentado publicamente na Figueira da Foz no dia 08 de julho de 2021 e tem como objetivo potenciar a inovação nas PME que integram a Economia do Mar das regiões costeiras do Alto Minho e Baixo Mondego, tendo como base a cooperação e o incremento de competências em fatores críticos de competitividade, como sejam a Economia Circular, a Transformação Digital, a Literacia Financeira e Internacionalização, que permitam potenciar a valorização destas atividades e a progressão nas cadeias e valor.


INOVSEA - APRESENTAÇÃO E LANÇAMENTO DO PROJETO

2021-06-30

Dia 08 de Julho às 16h30 no Sweet Atlantic Hotel & Spa, na Figueira da Foz.

A Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz, ACIFF e a Associação Empresarial de Viana do Castelo – AEVC lançam o projeto INOVSEA, nos próximos dias 7 e 8 de junho, pelas 16h30, no Hotel FeelViana, em Viana do Castelo, e Sweet Atlantic Hotel & Spa, na Figueira da Foz, respetivamente.

O Inovsea tem como objetivo potenciar a inovação nas PME que integram a Economia do Mar das regiões costeiras do Alto Minho e Baixo Mondego, tendo como base a cooperação e o incremento de competências em fatores críticos de competitividade, como sejam a Economia Circular, a Transformação Digital, a Literacia Financeira e Internacionalização, que permitam potenciar a valorização destas atividades e a progressão nas cadeias e valor.

O conhecimento e a inovação são as grandes apostas do projeto para que se potencie a exploração dos recursos regionais e se estimule a capacitação das PME das respetivas regiões, consolidando a sua oferta à escala global e fomentando postos de trabalho e o desenvolvimento da economia do mar.

“Sendo a ACIFF uma Associação Empresarial Regional que tem como estratégia a aposta no desenvolvimento das potencialidades da Economia do Mar, consideramos que este projeto irá aprofundar o conhecimento sobre o sector, potenciar e criar novas sinergias entre os diferentes agentes económicos e entre as duas regiões envolvidas no projeto. O Mar é o elemento identificativo da nossa região e a Economia do Mar é para o concelho uma aposta de grande potencial nas suas variadas vertentes.,” afirma Nuno Lopes, presidente da ACIFF.

As ações previstas no projeto enquadram-se em três grandes eixos, que passam pela definição da estratégia para as regiões costeiras, dinamização de ecossistemas de inovação/redes de cooperação e qualificação e capacitação.


Faça a sua inscrição em: AQUI